Estamos escrevendo aqui o máximo que podemos. Nas tags vocês, visitantes, poderão encontrar os assuntos, separadamente, para facilitar a cada um ler o que sentir vontade.
Mostrando postagens com marcador Sra. E. Rocha. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sra. E. Rocha. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Sorriso de Plástico

A Sra. E. Rocha sempre se importava. Uma das vezes que deixou isso muito claro, foi quando mostrou que estava muito mais atenta a como eu me sentia com M. Rocha do que a própria. Ela veio me vendendo o discurso de que sua filha era uma pessoa difícil, mas que gostava muito de mim e a família também gostava.
M. Rocha não se tocou, até o dia que eu virei pra ela e disse: "vamos terminar porque já não aguento mais você sendo cabaça na minha vida" Nossa, ela ficou desesperada! Fez um drama terrível, se colocando como vítima dos problemas da sua vida, dizendo que sabia que era uma pessoa complicada e que sabia que a maioria nem gostava dela, mas que ela podia ser uma pessoa legal, que ela ia se esforçar.
Aí eu conheci a M. Rocha, a boneca de plástico oco, com risos vazios, comentários prontos, forçados, do tipo que se pratica na frente do espelho... Uma garota completamente superficial, autômata. 
Não preciso dizer que aquilo fez eu me sentir pior ainda. Me perguntava por que dela fazer isso comigo, por que dela agir assim?? E tivemos outra briga. E ela disse que estava sendo legal... A boneca de plástico oca legal, só se fosse. Disse que ela estava sendo artificial, vazia, que aquilo era forçado. E ela continuou ainda, mas só por mais uma semana. Ao fim desta, voltou a ser a coisinha petulante, controladora e insuportável.

Fugindo dela: outra história

Eu estava para começar o técnico. Já não suportava mais M. Rocha e sabia que não ia conseguir manter o estudo e o namoro. A questão não era o tempo; final de semana eu continuaria livre. A questão era a grana! Era curta, eu não ia conseguir pagar a escola e manter as frescuras dela. Sem manter as frescuras, viraria uma tortura...
Então, tomei a decisão mais lógica: resolvi terminar. Fui na casa dela por volta de 23:00; estava sofrendo e abalado. Cheguei a derramar algumas lágrimas, não pelo término, mas porque eu sabia que seria uma pequena guerra conseguir isso. Ela lutaria até a ´´ultima força; e eu já me via derrotado. Mesmo assim fui com garra! Ela, como era de se esperar, ficou desesperada e implorou que eu não o fizesse.
E veja o que acontece nessa hora: do nada, o Sr. A. Rocha abre o portão da garagem e vem gritando que pouca vergonha era aquela na casa dele! Inacreditável, mas eu juro, de pés juntos, que isso é fato! Ele estava descontrolado! Eu não entendi absolutamente nada, fiquei entre constrangido e ultrajado! A Sra. E. Rocha ouviu, e veio ver o que era aquele barraco. Entendeu a situação entre eu e a moça na hora, e foi falar com o Sr. A. Rocha e convencer ele a entrar. 
Mais uma vez eu vi que seria muito difícil sair da vida deles, e mesmo quando me sentia na merda e queria fugir, eles davam um jeito de me segurar mais um pouco. No meio do pequeno escândalo, eu acabei desistindo de desistir... intimidado.

domingo, 7 de novembro de 2010

Mais um conto da bicicleta

Uma das vezes que liguei para a Sra. E. Rocha pra pedir o número de M. Rocha pra falar da devolução da tal bicicleta, ela (a mãe) disse que queria conversar comigo antes, que só ia passar o número pra eu marcar de devolver se eu conversasse com ela. Eu disse que só queria devolver a bicicleta. Ela disse que não, que não queria bicicleta, que nem fazia questão da bicicleta, mas que eu teria que conversar com ela! Nesse dia, minha atual namorada estava comigo. Ela ficou ultrajada!!! Disse que eu levasse e largasse no portão deles, ou se eles não queriam, que eu jogasse fora. Mas também, pudera: eles estavam tentando usar a bicicleta mais o meu caráter pra me obrigar a falar com eles! Será que eles não entendiam que eu não queria mais saber dela?
O tenso é que, quando o Sr. A. Rocha foi fazer escândalo no meu portão, disse ser uma bicicleta com grande valor emocional... depois disso, como eu poderia, em qualquer momento, acreditar ou dar crédito pra essa gente?

O enigma para a família

Ela disse que a mãe dela e a tia, notaram, perto do nosso grand finalle, que eu estava sendo seco e distante com os parentes dela, e começaram a desconfiar que eu não gostava mais dela. Que tinham ficado magoadas comigo, sem saber porque eu agia daquele jeito. Elas nem podiam imaginar que era por causa da coleira, das chantagens, das mentiras, das coisas que me obrigavam, das coisas que me cobravam, das indiretas pelo canto da boca, e toda liberdade roubada, além de todos os momentos de felicidade que eu havia perdido por culpa de todos eles. Nossa, era quase um enigma o meu porquê!!!

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

A minha moto (parte 3)

Uma das vítimas das mentiras dela foi a minha moto. Eu tinha de pará-la pelo menos a um quarteirão de distância da casa dela para evitar suspeitas. Mesmo com cadeado, o bairro era muito mal frequentado e passagem de alguns elementos bem assustadores, logo eu sempre tinha medo me roubarem a moto. Mas eu não tinha escolha.
Um dia, quando voltei pra pegar minha moto, havia um blilhete nela: "um carro derrubou sua moto e eu levantei ela." Esse tombo detonou com ela. 
Me recordo que a Sra. E. Rocha me ajudou com o orçamento da manutenção, mas ainda ficou muito caro. Nessa época, eu já queria trocar de moto, mas o medo de ser roubado, me empediu. Eu preferia que o prejuizo fosse menor.
Quando finalmente troquei de moto, usava um escapamento silencioso, ao invés do barulhento, que havia vindo com ela e eu gostava mais. A certo ponto, já não aguentava mais e troquei pro escapamento que eu gostava mais, e era bem mais barulhento. Dava pra me ouvir chegando de longe, ainda mais naquelas ruas vazias. O pai dela desconfiou. E eu sofri com as indiretas.
O problema disso é que ela já sabia que eu era motociclista, e gostava disso. Não tinha plano de, tão cedo, comprar um carro. M. Rocha chegpou ao ponto de me dizer a frase: "eu não acredito que em quase três anos de namoro você não teve dinheiro pra comprar um carro!" Por algum raio de motivo, ela achava que eu tinha essa obrigação!!! Essa última foi uma das coisas que fez transbordar o copo.

A minha moto (parte 1)

M. Rocha era proibida de andar de moto, indenpendente da circunstância, mesmo já sendo maior de idade. Mesmo assim andava, e para isso mentia ao pai. O Sr. A. Rocha, era o único da família que não sabia. Quando ele fazia turno noturno, era fácil. Quando não, a Sra. E. Rocha usava de método que não vou dizer para fazê-lo ficar cansado e dormir cedo. Muitas vezes o que a mãe fazia era jogado na minha cara. Eu achava que deviam conversar os três e ela devia se impor pro pai. Ao invés disso, me colocava em sutuações ridículas pra continuar covarde, no canto dela, arriscando o casamento dos pais. O pior era que ela jogava essa última parte na minha cara, como se eu fosse a favor dela mentir! 
Ela nunca contou ao pai que andava de moto comigo. Isso era um segredo protegido a sete chaves - até hoje.

A história dos presentes (parte 2)

Apesar de toda chantagem, eu sempre me esforçava pra dar as coisas, pra daí, um belo dia, minha mãe me receber na porta com uma cara enigmática. "O que tá acontecendo?" disse. Aí, na minha cama, um enorme saco preto e minha mãe diz que a coisinha veio em casa, com a Sra. E. Rocha, a mãe dela, e deixou isso aqui.
Quando eu abri o saco, as coisas que eu havia dado. Primeira reação: coisas inúteis. Segunda: medir a grana que gastei, segundo os salários que ganhava. Aí pensei em tudo que deixei de fazer. Os presentes, na verdade, tinham sido só uma tentativa de compensar o que a família dela fez de legal por mim. E ela sempre jogando na cara e me forçando, como se o que eu fazia era só o razoável, só o suficiente, e não o melhor que eu podia. Acabei largando as coisas devolvidas pra lá.

Como ela me manipulava



Antes que qualquer um ache que estou me fazendo de vítima, vou tentar explicar como as coisas eram.
Quando cheguei lá, fui recebido como um príncipe: a comida, a melhor possível, acesso a todos os bens móveis da casa, como internet banda larga (eu não tinha, meu salário não me permitia), televisão à cabo, paga, conforto além da conta, que também não era tanto na minha casa, viagens. Resumindo: fui seduzido por confortos materiais. No começo, tudo é ótimo num namoro. O problema é que quando as coisas começaram a deixar de serem ótimas, todas essas coisas que me deram sem eu jamais ter pedido viraram objeto de chantagem para eu não a deixar. M. Rocha dizia coisas como: "eu te levei pra Ilha Bela e a gente não cobrou nada de você." ou "meu pai chegou pra pegar a panela de feijão, e perguntou assim: -cadê o feijão?" -eu tinha comido todo feijão. "a minha mãe faz uma mistura especial que ela só faz quando você vem aqui", e até ao ponto de coisas como "a minha mãe mente para o meu pai para eu poder sair escondida com você, ela põe o casamento dela em risco" e coisas assim... O pior é que os pais eram parte desse jogo perverso. O que o Sr. A. e a Sra. E. fizeram não preciso dizer que quase foi pior do que o que ela fazia, pois eles geralmente queriam envolver meus pais nos escândalos. Até sexualmente fui manipulado. Fora os choros forçados.


-Mãe (Sra. E. Rocha)
A mãe dela se mostrou uma pessoa frágil, gentil e dedicada, muito dedicada mesmo. Ela fazia tudo pela M. Rocha. No entanto, o tempo foi passando e eu fui percebendo que ela acabava sendo somente uma marionete dos desejos da filha e essa fragilidade era mais uma arma pra me prender e manipular. Sempre que algo ruim acontecia na casa, a mãe tentava amenizar as coisas e me dava diversas justificativas, tentando sempre se desculpar por tudo e por todos comigo. Ela era o elo que mantinha a família unida, e chegou a fazer coisas por mim que mesmo minha própria mãe não fez. No entanto, quando se tratava das vontades da menina, ela acabava ficando como a pessoa manobrada da situação. A Sra. E. Rocha chegou a justificar atos da própria filha culpando o marido e seu emprego, que era bastante estressante. Chegou também a mentir pra que pudéssemos sair juntos. Ela usava de subterfúgios para deixar ele cansado e adormecer para que M. Rocha pudesse sair comigo quando o Sr. A. não estivesse trabalhando. Ela também mentia para que a menina pudesse andar de moto.  
Conversava comigo, falando sobre seus problemas pessoais, tentando me acalmar em relação às brigas que eu tinha com M. Rocha. Apesar de ser uma boa pessoa, acabou me prejudicando muito. No fim, me senti usado por ela também.


-Pai (Sr. A. Rocha)
O Sr. A., no começo, se mostrou a pessoa mais legal do mundo, que sorria e concordava com tudo que eu falava. Era bom ouvinte, e agradável. No entanto, o tempo passou e isso mudou, e ele se mostrou uma pessoa explosiva. Aos poucos, foi piorando; foi ficando cada vez mais desestruturado. Os sofrimentos na vida, mais o estresse do emprego que era intenso acabaram tornando ele um homem imprevisível. Defendeu cegamente a filha mesmo quando ela mentia, e ela manipulava-o de forma a usar essa reação imprevisível pra tentar me prejudicar. Chegou me ameaçar no meu portão. Não fosse uma das pessoas que me ajudou a sair dessa situação toda, isso teria prejudicado a minha família, inclusive tendo consequências gravíssimas para um familiar meu que tem problema no coração.