Sabe aqueles supostos mimos que eu recebia? Pois é. Provável que me chamem de ingrato e digam que eu to cuspindo em prato que já comi, mas não me levem a mal: acho que nem era tudo isso. Ou talvez fosse até o momento que fui simpático com uma das anfitriãs, numa certa viagem dessas e paguei por isso como se fosse crime.
Porque um cara que tem namorada, na cabeça de M. Rocha, era proibido de falar com qualquer pessoa que não fosse ela. Mesmo que essa pessoa fosse a dona da casa onde eu estivesse hospedado e comendo de graça, que fosse uma senhora casada e que fosse, das pessoas dali, alguém que tinha assunto, além de falar que é a vítima do mundo, comigo. Mas não! Além de aturar ela a maior parte do tempo, ainda nem podia ter um momento de refresco com alguém que lesse mais do que Harry Potter! E ainda achou que tinha qualquer chance de conseguir conversar junto e cobrou que eu não puxei ela pra conversa...
O remédio amargo que tomei? Simples. Sabe a ingratidão? Pois é, ela está aqui, e está por um motivo simples: me jogar na cara que eu recebi tudo aquilo de favor, e ainda como se eu tivesse tido a opção de não ir, é o cúmulo do ridículo.
Estamos escrevendo aqui o máximo que podemos. Nas tags vocês, visitantes, poderão encontrar os assuntos, separadamente, para facilitar a cada um ler o que sentir vontade.
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segunda-feira, 15 de novembro de 2010
domingo, 7 de novembro de 2010
Mais um conto da bicicleta
Uma das vezes que liguei para a Sra. E. Rocha pra pedir o número de M. Rocha pra falar da devolução da tal bicicleta, ela (a mãe) disse que queria conversar comigo antes, que só ia passar o número pra eu marcar de devolver se eu conversasse com ela. Eu disse que só queria devolver a bicicleta. Ela disse que não, que não queria bicicleta, que nem fazia questão da bicicleta, mas que eu teria que conversar com ela! Nesse dia, minha atual namorada estava comigo. Ela ficou ultrajada!!! Disse que eu levasse e largasse no portão deles, ou se eles não queriam, que eu jogasse fora. Mas também, pudera: eles estavam tentando usar a bicicleta mais o meu caráter pra me obrigar a falar com eles! Será que eles não entendiam que eu não queria mais saber dela?
O tenso é que, quando o Sr. A. Rocha foi fazer escândalo no meu portão, disse ser uma bicicleta com grande valor emocional... depois disso, como eu poderia, em qualquer momento, acreditar ou dar crédito pra essa gente?
O tenso é que, quando o Sr. A. Rocha foi fazer escândalo no meu portão, disse ser uma bicicleta com grande valor emocional... depois disso, como eu poderia, em qualquer momento, acreditar ou dar crédito pra essa gente?
O terreno
A casa deles era cheia de mimos e excessos que eles mal podiam pagar. O pai já tinha planos pra ela: que ela se casasse, e se mudasse pra uma tal casa que eles tinham plano de começar a construir, em breve. Todo tempo que passei com ela, nem um tijolo foi erguido, mas mesmo assim a família jogava isso na minha cara, como se eu já tivesse feito algum pedido de casamento ou coisa do tipo... Eu nunca pedi ela em casamento pro pai dela, coisa que pra minha criação, era fundamental! Eles simplesmente decidiram que eu seria o cara que iria ocupar o cargo de marido dela sem nem me pedir autorização. O terreno, na cabeça deles, devia ser o dote... Mal sabiam que se o problema fosse lugar pra morar, minha família teria pelo menos duas opções de casa pra gente ficar. O que eles nunca entenderam era que essa nunca foi minha intenção. Outra coisa que a Sra. E. Rocha falava era que quando ela tirasse carta, o pai daria um carro pra ela. Aí, quem iria dirigir o carango? Sinceramente, se não fossem as chantagens emocionais que ela fez, com certeza não teria sido esses bens que me segurariam ali. Eu entendo o valor das coisas; o que eles não entenderam era que minha decisão não tinha um preço.
O enigma para a família
Ela disse que a mãe dela e a tia, notaram, perto do nosso grand finalle, que eu estava sendo seco e distante com os parentes dela, e começaram a desconfiar que eu não gostava mais dela. Que tinham ficado magoadas comigo, sem saber porque eu agia daquele jeito. Elas nem podiam imaginar que era por causa da coleira, das chantagens, das mentiras, das coisas que me obrigavam, das coisas que me cobravam, das indiretas pelo canto da boca, e toda liberdade roubada, além de todos os momentos de felicidade que eu havia perdido por culpa de todos eles. Nossa, era quase um enigma o meu porquê!!!
sábado, 6 de novembro de 2010
O Sr. A. Rocha no meu portão
Não apenas ela foi no meu portão; não bastando tudo que essa gente já tinha me feito, os prejuízos que causaram e os problemas na minha vida que criaram, o Sr. A. Rocha ainda foi no meu portão me ameaçar! Detalhe que já tinha quase quatro meses que eu tinha largado dela! Somente meu irmão e minha atual namorada estavam em casa; essa foi a minha sorte.
Meu irmão e minha garota foram muito calmos e conversaram com ele. Agradeci muito a Deus por minha mãe não estar, ou, do jeito que aquela ceninha ridícula foi, ela poderia ter passado mal e ter de ir ao hospital!!!
Ele fez ameaças de registrar um suposto B.O., sendo que não havia acontecido delito nenhum, ameaçou até fazer fofoca pro padre da igreja perto de casa... O desespero dele era tremendo, que minha namorada me disse que ao fim da conversa, ele quase chorava. No entanto, ela já sabia de muitas artimanhas que aquelas pessoas já haviam usado contra mim e foi fria, calma e controlada. Colocou a situação toda em pratos limpos. Colocou seus termos, assim como ele colocou os dele. Naquele dia, no meu portão, uma promessa foi selada entre dois adultos de saúde mental perfeita. Se a promessa tivesse sido cumprida do outro lado como foi do meu lado, esse blog nem existiria.
Apesar de todo respeito que eu tinha pelo Sr. A. Rocha, naquele dia o achei muito covarde. Eram 14:00 da tarde, era óbvio que eu estava no trabalho. Ele foi ali pra agredir as pessoas da minha família, e não pra tirar satisfações comigo. Nesse dia, perdi quase todo respeito por ele.
Meu irmão e minha garota foram muito calmos e conversaram com ele. Agradeci muito a Deus por minha mãe não estar, ou, do jeito que aquela ceninha ridícula foi, ela poderia ter passado mal e ter de ir ao hospital!!!
Ele fez ameaças de registrar um suposto B.O., sendo que não havia acontecido delito nenhum, ameaçou até fazer fofoca pro padre da igreja perto de casa... O desespero dele era tremendo, que minha namorada me disse que ao fim da conversa, ele quase chorava. No entanto, ela já sabia de muitas artimanhas que aquelas pessoas já haviam usado contra mim e foi fria, calma e controlada. Colocou a situação toda em pratos limpos. Colocou seus termos, assim como ele colocou os dele. Naquele dia, no meu portão, uma promessa foi selada entre dois adultos de saúde mental perfeita. Se a promessa tivesse sido cumprida do outro lado como foi do meu lado, esse blog nem existiria.
Apesar de todo respeito que eu tinha pelo Sr. A. Rocha, naquele dia o achei muito covarde. Eram 14:00 da tarde, era óbvio que eu estava no trabalho. Ele foi ali pra agredir as pessoas da minha família, e não pra tirar satisfações comigo. Nesse dia, perdi quase todo respeito por ele.
O noivado da prima dela
Em mais uma festa de família que tava um saco, M. Rocha foi convidada para ser madrinha de casamento de sua prima. Fui pego como um tapa na cabeça pela notícia de que se ela seria madrinha, com certeza me forçaria a estar do lado dela! Estava tentando me forçar, a qualquer custo, a entrar na família!!! A prima parecia a única a ver a verdade. Disse a mim que eu estava convidado, se até lá, claro, eu e M. Rocha ainda fôssemos namorados. Nesse momento caiu minha ficha: eu precisava fugir daquela furada o mais rápido possível, sem falta antes que a festa acontecesse.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Aniversário do Avô
Outra festa de família das que sempre me deixavam deslocado. Essa, eu não fui. Queria evitar que os constrangimentos que o aniversário do irmão dela me causaram se repetissem. Foi tão ruim quanto se eu tivesse ido.
Eu, bonzinho, fui buscá-la depois da festa, escondido, como sempre. Quando chegamos na minha casa, ela ficou de tititi sobre a festa, como se eu quisesse saber. E, nessa conversinha mole, disse uma frase, supostamente dita pelo avô: "por que ele não veio? No próximo ano eu posso não estar mais vivo." Quando M. Rocha disse isso, seu ego inflou; ela sabia o peso de culpa que isso criou em mim. Desanimei; ela, com a cara mais dramática possível, tentando me convencer do mal que eu tinha feito. Mas a verdade é que eu nunca menti: sempre fui muito sincero sobre o desconforto que me causavam aqueles tipos de festa.
Eu, bonzinho, fui buscá-la depois da festa, escondido, como sempre. Quando chegamos na minha casa, ela ficou de tititi sobre a festa, como se eu quisesse saber. E, nessa conversinha mole, disse uma frase, supostamente dita pelo avô: "por que ele não veio? No próximo ano eu posso não estar mais vivo." Quando M. Rocha disse isso, seu ego inflou; ela sabia o peso de culpa que isso criou em mim. Desanimei; ela, com a cara mais dramática possível, tentando me convencer do mal que eu tinha feito. Mas a verdade é que eu nunca menti: sempre fui muito sincero sobre o desconforto que me causavam aqueles tipos de festa.
O churrasco pra me apresentar
A família dela adorava festas de família. O aniversário do irmão de M. Rocha foi um churrasco com tudo do bom e do melhor; a carne do churrasco foi a melhor possível. Era a primeira festa de família que eu estava com ela e eles usaram essa festa de pretesto pra me apresentar pra família, mas eu nem sabia que teria tanta gente lá. Era a apresentação dos personagens pra começar aquela temporada. Naquela época, as coisas ainda estavam tranquilas, mas estávamos juntos só a cerca de três meses. Eu acabei sendo algo como a taça, o prêmio. Queriam me introduzir à família de qualquer jeito. Eu não me senti nada à vontade, apesar dos esforços de todos.
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