A gente tinha um horário para se ver, até certa hora eu podia estar na casa dela. Depois, tinha que juntar minhas coisas e ir embora. Uma vez, depois de ir embora, eu sai com meus amigos pra uma chácara. Não fiz nada demais. Assamos batatas, tinha vinho, mas eu mal bebi, e nem tinha menina direito, a maioria era só moleque, a menina que tava nem tinha notado, fui ver muito depois, e mesmo, foi embora cedo e era irmã o meu amigo.
E ela não conseguiu aceitar isso! Quando descobriu, veio me dizer que eu tinha saído e largado ela em casa num sábado a noite, mas a verdade era que eu não podia ter levado ela porque o horário não permitia! A gente já tinha se visto, já tinha ficado juntos. Mesmo assim, levei uma bronca, como se tivesse feito algo de mais. Ela realmente achava que eu tinha obrigação de aturar ela o tempo inteiro!
Estamos escrevendo aqui o máximo que podemos. Nas tags vocês, visitantes, poderão encontrar os assuntos, separadamente, para facilitar a cada um ler o que sentir vontade.
Mostrando postagens com marcador ciúme. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ciúme. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
A Senhora legal e o retorno da Monstro do Ciúme
Sabe aqueles supostos mimos que eu recebia? Pois é. Provável que me chamem de ingrato e digam que eu to cuspindo em prato que já comi, mas não me levem a mal: acho que nem era tudo isso. Ou talvez fosse até o momento que fui simpático com uma das anfitriãs, numa certa viagem dessas e paguei por isso como se fosse crime.
Porque um cara que tem namorada, na cabeça de M. Rocha, era proibido de falar com qualquer pessoa que não fosse ela. Mesmo que essa pessoa fosse a dona da casa onde eu estivesse hospedado e comendo de graça, que fosse uma senhora casada e que fosse, das pessoas dali, alguém que tinha assunto, além de falar que é a vítima do mundo, comigo. Mas não! Além de aturar ela a maior parte do tempo, ainda nem podia ter um momento de refresco com alguém que lesse mais do que Harry Potter! E ainda achou que tinha qualquer chance de conseguir conversar junto e cobrou que eu não puxei ela pra conversa...
O remédio amargo que tomei? Simples. Sabe a ingratidão? Pois é, ela está aqui, e está por um motivo simples: me jogar na cara que eu recebi tudo aquilo de favor, e ainda como se eu tivesse tido a opção de não ir, é o cúmulo do ridículo.
Porque um cara que tem namorada, na cabeça de M. Rocha, era proibido de falar com qualquer pessoa que não fosse ela. Mesmo que essa pessoa fosse a dona da casa onde eu estivesse hospedado e comendo de graça, que fosse uma senhora casada e que fosse, das pessoas dali, alguém que tinha assunto, além de falar que é a vítima do mundo, comigo. Mas não! Além de aturar ela a maior parte do tempo, ainda nem podia ter um momento de refresco com alguém que lesse mais do que Harry Potter! E ainda achou que tinha qualquer chance de conseguir conversar junto e cobrou que eu não puxei ela pra conversa...
O remédio amargo que tomei? Simples. Sabe a ingratidão? Pois é, ela está aqui, e está por um motivo simples: me jogar na cara que eu recebi tudo aquilo de favor, e ainda como se eu tivesse tido a opção de não ir, é o cúmulo do ridículo.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Flávia e a Mostro do ciúme
Fazia um pouco mais de uma semana que eu estava com M. Rocha. Minha amiga Flávia veio me chamar de "pesseguinho" no orkut para ironizar os "neguinhos" da vida e toda a salada de frutas que meu nome havia virado. M. Rocha virou a Monstro do ciúme e entrou em uma discusão com a Flávia por causa desse apelido, sem nem levar em conta a amizade que eu tinha com ela muito antes de eu ter qualquer coisa com M. Rocha.
Além do mais, era óbvio que era apenas uma brincadeira. Acabou com a M. rocha sendo bloqueada no orkut de Flávia e eu passando os próximos meses sem poder ter contato direto com a minha velha amiga.
Uma das vezes que terminei a bodega do namoro, eu, Flávia e um amigo que tínhamos na época saímos para comemorar o término. No entanto (e isso foi uma pena), na manhã seguinte, comigo ainda derrotado da algazarra, M. Rocha voltou atrás de mim, no meu portão, toda a mesma ladainha de sempre sem nem imaginar que eu estava acabado daquele jeito porque na noite anterior, comemorei o fim daquele relacionamento falido! Depois, o peso de culpa pelo ato me impediu de manter a resolução da noite anterior...
Uma das primeiras coisas que fiz após o final definitivo do relacionamento foi chamar Flávia para sairmos e conversamos como não fazíamos a, no minimo, 27 meses; rimos da
situação e matamos a saudade - e dessa vez, sem precisar me sentir um vilão nem ser devorado pela Monstro do ciúme.
Além do mais, era óbvio que era apenas uma brincadeira. Acabou com a M. rocha sendo bloqueada no orkut de Flávia e eu passando os próximos meses sem poder ter contato direto com a minha velha amiga.
Uma das vezes que terminei a bodega do namoro, eu, Flávia e um amigo que tínhamos na época saímos para comemorar o término. No entanto (e isso foi uma pena), na manhã seguinte, comigo ainda derrotado da algazarra, M. Rocha voltou atrás de mim, no meu portão, toda a mesma ladainha de sempre sem nem imaginar que eu estava acabado daquele jeito porque na noite anterior, comemorei o fim daquele relacionamento falido! Depois, o peso de culpa pelo ato me impediu de manter a resolução da noite anterior...
Uma das primeiras coisas que fiz após o final definitivo do relacionamento foi chamar Flávia para sairmos e conversamos como não fazíamos a, no minimo, 27 meses; rimos da
situação e matamos a saudade - e dessa vez, sem precisar me sentir um vilão nem ser devorado pela Monstro do ciúme.
domingo, 7 de novembro de 2010
Ciúmes virtuais
Ter ciúmes é natural, tudo em excesso faz mal. Nesse caso, o excesso não fez mal à ciumenta, a M. Rocha, mas sim a mim!
Até ciúmes virtuais ela tinha, do tipo: amiga do orkut, com quem eu nunca fiquei, flertei ou nada, mas conversava coisas que não podia falar com ela. Cheguei a excluir pessoas das minhas redes sociais por não aguentar mais ela me cobrando, fazendo chantagens do tipo: "minha mãe faz isso, minha mãe faz aquilo e você nem pode fazer isso por mim!" "Você fica dando ideia pra essas biscatezinhas e eu aqui fazendo tudo por você!" como se minhas amigas estivessem flertando, se oferecendo ou sendo vulgares de qualquer maneira, coisa que elas nunca fizeram! Eu fui idiota de não ter reagido isso, minhas amigas mereciam mais...
A louca chegou ao extremo de, uma vez que fui ver uma amiga minha que tinha ganhado neném a pouco tempo. Eu precisava conversar fora do namoro, desabafar o muito que já estava engasgado. M. Rocha reclamou e ficou jogando na minha cara que eu tinha ido na casa de uma amiga sem ela, achando que eu estava indo ver uma ex minha ou algo assim, mesmo sabendo que minhas ex estavam namorando e eu dizendo que elas não estariam lá! Ela jogou isso na minha cara vezes e mais vezes pra eu me sentir culpado, como se falar com outras pessoas fosse algum tipo de crime contra a relação!
Tentou me obrigar a excluir minha página no orkut; tentou me obrigar a sair de um monte de comunidades; além disso, tive que ficar mais de um ano sem usar Msn. Muito fácil pra ela, já que ela não tinha, antes de mim, quase nenhuma vida social mesmo...
Até ciúmes virtuais ela tinha, do tipo: amiga do orkut, com quem eu nunca fiquei, flertei ou nada, mas conversava coisas que não podia falar com ela. Cheguei a excluir pessoas das minhas redes sociais por não aguentar mais ela me cobrando, fazendo chantagens do tipo: "minha mãe faz isso, minha mãe faz aquilo e você nem pode fazer isso por mim!" "Você fica dando ideia pra essas biscatezinhas e eu aqui fazendo tudo por você!" como se minhas amigas estivessem flertando, se oferecendo ou sendo vulgares de qualquer maneira, coisa que elas nunca fizeram! Eu fui idiota de não ter reagido isso, minhas amigas mereciam mais...
A louca chegou ao extremo de, uma vez que fui ver uma amiga minha que tinha ganhado neném a pouco tempo. Eu precisava conversar fora do namoro, desabafar o muito que já estava engasgado. M. Rocha reclamou e ficou jogando na minha cara que eu tinha ido na casa de uma amiga sem ela, achando que eu estava indo ver uma ex minha ou algo assim, mesmo sabendo que minhas ex estavam namorando e eu dizendo que elas não estariam lá! Ela jogou isso na minha cara vezes e mais vezes pra eu me sentir culpado, como se falar com outras pessoas fosse algum tipo de crime contra a relação!
Tentou me obrigar a excluir minha página no orkut; tentou me obrigar a sair de um monte de comunidades; além disso, tive que ficar mais de um ano sem usar Msn. Muito fácil pra ela, já que ela não tinha, antes de mim, quase nenhuma vida social mesmo...
sábado, 6 de novembro de 2010
Os últimos jogos (parte 3)
Quando minha namorada soube que a garota que tinha visitado o orkut dela era minha ex, e soube das frases enviadas, do telefonema e da história da bicicleta, ela passou a entrar na página do orkut da minha ex porque sabia que ela estava tramando algo. Um dia, pra nossa surpresa, ela voltou a colocar fotos. Na hora que vi quais, não acreditei. Era muita falta de amor-próprio... Nesse dia já tinha vindo até na cidade onde mora minha atual pra nos conhecermos pessoalmente. O que eu não imaginava era que se tratava de mais um joguinho...
A maior parte, fotos tiradas por mim. Algumas do cosplay de Morte. As frases eram músicas que ela mal conhecia, todas que eu gostava. Das fotos que eu tinha batido, havia foto de viagens que eu tava com ela, foto dela no meu quarto ao lado do meu armário, foto dela sentada na minha cama, foto dela usando os meus (repito MEUS) objetos pessoais, como um óculos redondo parecido com o do Ozzy, etc. Tinha também fotos tratadas com efeitos do Photoshop idêntico a efeitos que eu havia usado em foto que tava no meu orkut, que eu mesmo havia feito por insistência dela. Ela deve ter achado que tava me enviando algum tipo de mensagem secreta sobre meu passado ou coisa assim, ou então fez só pelo gosto de deixar minha garota mal... Quando pedi que ela tirasse, o doce que fez foi imenso. M. Rocha devia pensar que qualquer daquelas lembranças realmente faziam grande diferença pra mim.
Os últimos joguinhos (parte 1)
Após o relacionamento terminado, eu fiquei com uma bicicleta, que era dela, em casa. Eu queria devolvê-la pra eles pra por um ponto final de vez.
Do momento que eu terminei até ela me ligar, cerca de duas semanas depois, eu não a procurei de forma nenhuma. A bicicleta ficou largada em casa. Quando M. Rocha me ligou, queria que eu fosse encontrá-la sobre o pretexto de conversar, disse que não queria nada comigo. Eu já sabia que seria mais um de tantos joguinhos dela pra cima de mim e recusei. Nesse meio tempo, ela visitou a página do orkut da minha atual, excluiu as fotos do próprio perfil, exceto avatar, e nesse período também, meu msn teve quase todos os contatos deletados sem explicação nenhuma. Fiquei off um dia, quando entrei no dia seguinte, quase todos deletados. Fiz um novo msn. E ela ainda me adicionou!
Do momento que eu terminei até ela me ligar, cerca de duas semanas depois, eu não a procurei de forma nenhuma. A bicicleta ficou largada em casa. Quando M. Rocha me ligou, queria que eu fosse encontrá-la sobre o pretexto de conversar, disse que não queria nada comigo. Eu já sabia que seria mais um de tantos joguinhos dela pra cima de mim e recusei. Nesse meio tempo, ela visitou a página do orkut da minha atual, excluiu as fotos do próprio perfil, exceto avatar, e nesse período também, meu msn teve quase todos os contatos deletados sem explicação nenhuma. Fiquei off um dia, quando entrei no dia seguinte, quase todos deletados. Fiz um novo msn. E ela ainda me adicionou!
As saídas (parte 2)
Eu não queria que ela fosse naquele evento de anime, porque eu ia e ia encontrar com os meus amigos e era o tipo de evento que eu me divertia muito mesmo com eles. Eu pedi pra que ela não fosse, ela disse que ia mesmo assim.
Fomos juntos eu e meus amigos, como combinado. Foi legal demais, muita diversão, risadas... até ela chegar. E, nesse momento, todos se afastaram porque já sabiam o que ia acontecer. Eu tinha que ficar aguentando as broncas dela e com certeza sair cedo, porque ela estava ali, mesmo, só pra estragar a minha felicidade sem ela.
Era basicamente isso em todos os eventos de anime. Em um deles, já pro final do namoro, ela estava trabalhando num mercado e saiu do trabalho pra ir pro lugar. Eu estava brincando com uma amiga que era irmã minha de consideração, e ela viu. "Eu sai do serviço, vim direto pra cá sem tomar banho nem me maquiar nem nada pra pegar você saltitando de braços dados com essa menina!!" Mas ela mesma, brincar comigo? Nunca!!! E não suportava me ver me divertindo com outra pessoa! Fazia eu me sentir culpado por fazer isso sem ela como se em algum momento ela já tivesse feito algo assim comigo... Nesse dia, minha amiga ficou o resto do evento sozinha. E eu, não vi muito; como sempre, fui encoleirado e arrastado de lá cedo demais.
Fomos juntos eu e meus amigos, como combinado. Foi legal demais, muita diversão, risadas... até ela chegar. E, nesse momento, todos se afastaram porque já sabiam o que ia acontecer. Eu tinha que ficar aguentando as broncas dela e com certeza sair cedo, porque ela estava ali, mesmo, só pra estragar a minha felicidade sem ela.
Era basicamente isso em todos os eventos de anime. Em um deles, já pro final do namoro, ela estava trabalhando num mercado e saiu do trabalho pra ir pro lugar. Eu estava brincando com uma amiga que era irmã minha de consideração, e ela viu. "Eu sai do serviço, vim direto pra cá sem tomar banho nem me maquiar nem nada pra pegar você saltitando de braços dados com essa menina!!" Mas ela mesma, brincar comigo? Nunca!!! E não suportava me ver me divertindo com outra pessoa! Fazia eu me sentir culpado por fazer isso sem ela como se em algum momento ela já tivesse feito algo assim comigo... Nesse dia, minha amiga ficou o resto do evento sozinha. E eu, não vi muito; como sempre, fui encoleirado e arrastado de lá cedo demais.
As saídas (parte 1)
Quase sempre a mesma chatisse: a gente ia pra algum lugar, se tinha amigos meus lá, ela reclamava que não tava a vontade, pedia pra ir embora e enquanto não íamos, tentava ao máximo tornar o clima o mais desagradável possível. A maior parte das vezes, conseguia.
Se vinha uma conhecida minha sendo simpática, antes que chegasse perto, ela já estava de cara fechada, apertando a minha mão com violência e quase rosnando... Essas meninas, quando eu tava sem ela, diziam ter medo da minha namorada, que não chegavam pra falar comigo por causa dela. Chances de boas amizades foram perdidas nessa palhaçada.
Eu tive que parar de ir aos lugares onde estavam meus amigos pra ir nos lugares que ela queria ir. Muito raro vê-los nesses locais. O importante pra ela era que minha atenção fosse 100% dela e ela não queria de jeito nenhum que isso fosse ameaçado.
Ela sempre quis ir no Clube do Vinil (um local de shows de rock na minha cidade), mas levá-la seria um caos, ela não poderia ficar até o fim dos shows por causa dos horáros; ainda sim, se fosse pra ser legal, até iria; mas eu já sabia como ia ser. Eu não iria poder beber, eu não iria poder dar risada, eu não iria poder falar com meus amigos, eu não iria poder curtir o show... Então, nunca levei.
Se vinha uma conhecida minha sendo simpática, antes que chegasse perto, ela já estava de cara fechada, apertando a minha mão com violência e quase rosnando... Essas meninas, quando eu tava sem ela, diziam ter medo da minha namorada, que não chegavam pra falar comigo por causa dela. Chances de boas amizades foram perdidas nessa palhaçada.
Eu tive que parar de ir aos lugares onde estavam meus amigos pra ir nos lugares que ela queria ir. Muito raro vê-los nesses locais. O importante pra ela era que minha atenção fosse 100% dela e ela não queria de jeito nenhum que isso fosse ameaçado.
Ela sempre quis ir no Clube do Vinil (um local de shows de rock na minha cidade), mas levá-la seria um caos, ela não poderia ficar até o fim dos shows por causa dos horáros; ainda sim, se fosse pra ser legal, até iria; mas eu já sabia como ia ser. Eu não iria poder beber, eu não iria poder dar risada, eu não iria poder falar com meus amigos, eu não iria poder curtir o show... Então, nunca levei.
Chantagens sexuais (parte 3)
A situação coito finalizando com felação ela usou pra me amarrar duas vezes. Em outra vez usou anal. Em todas essas situações, a decepção foi igualmente enorme. Essas coisas me fizeram sentir usado, sujo e incorreto porque eu queria um relacionamento baseado em amizade, companheirismo e cumplicidade, e ela usava essas coisas pra me manter preso, já que não conseguia me manter com ela pela pessoa que era. Nem ao menos me satisfazia, e dizia coisas como "só uma vadia vai te satisfazer" como se isso justificasse todas as outras bostas que ela fazia comigo! Se ao menos ela se esforçasse pra ser uma menina legal na relação, acho que teria sido diferente, mas além de sempre ser egoísta, mimada e chantagista, nunca queria fazer absolutamente nada pra me deixar satisfeito. Além de tudo, eu nunca mandei ou exigi que ela fizesse nada disso. Ela fazia por livre e espontânea vontade, só pra me sentir culpado, depois, por ter aceito que ela fizesse.
Quando dei o basta final e entrei em outro relacionamento, ela ainda tentou me obrigar a ir falar com ela! A minha nova namorada sentiu medo que ela fizesse novamemte mais uma das covardes seduções dela pra me prender e eu não fui. Disso, não me arrependo em nada.
Quando dei o basta final e entrei em outro relacionamento, ela ainda tentou me obrigar a ir falar com ela! A minha nova namorada sentiu medo que ela fizesse novamemte mais uma das covardes seduções dela pra me prender e eu não fui. Disso, não me arrependo em nada.
Assinar:
Postagens (Atom)
