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sábado, 6 de novembro de 2010
O tapa
O nosso relacionamento se sustentou com os pais me comprando com bens materiais, chantagens dela, do pai e da mãe, e sexo, e sexo, e mais sexo! Sexo era até pedido de desculpas! M. Rocha chegou a me acertar um tapa em uma das discuções, eu não me lembro precisamente se no peito ou no rosto. Lembro que me senti péssimo ao ponto de deixá-la e me encaminhar pra ir embora. Pra me segurar, já dá pra imaginar o que aconteceu, certo? Um pedido de desculpas, um olhar de arrependimento, isso que é bom, não me deu. Eu ainda insatisfeito. Pra ela, tudo resolvido.
Ciência secreta
Coito terminado com felação: engravida. Eu sabia que era mentira, ela sabia que era mentira, mas acho que ela desejava minha fertilidade tão intensamente, que na cabecinha dela o que ia pela garganta, de alguma maneira viajaria pra chegar até o útero.
Chantagens sexuais (parte 3)
A situação coito finalizando com felação ela usou pra me amarrar duas vezes. Em outra vez usou anal. Em todas essas situações, a decepção foi igualmente enorme. Essas coisas me fizeram sentir usado, sujo e incorreto porque eu queria um relacionamento baseado em amizade, companheirismo e cumplicidade, e ela usava essas coisas pra me manter preso, já que não conseguia me manter com ela pela pessoa que era. Nem ao menos me satisfazia, e dizia coisas como "só uma vadia vai te satisfazer" como se isso justificasse todas as outras bostas que ela fazia comigo! Se ao menos ela se esforçasse pra ser uma menina legal na relação, acho que teria sido diferente, mas além de sempre ser egoísta, mimada e chantagista, nunca queria fazer absolutamente nada pra me deixar satisfeito. Além de tudo, eu nunca mandei ou exigi que ela fizesse nada disso. Ela fazia por livre e espontânea vontade, só pra me sentir culpado, depois, por ter aceito que ela fizesse.
Quando dei o basta final e entrei em outro relacionamento, ela ainda tentou me obrigar a ir falar com ela! A minha nova namorada sentiu medo que ela fizesse novamemte mais uma das covardes seduções dela pra me prender e eu não fui. Disso, não me arrependo em nada.
Quando dei o basta final e entrei em outro relacionamento, ela ainda tentou me obrigar a ir falar com ela! A minha nova namorada sentiu medo que ela fizesse novamemte mais uma das covardes seduções dela pra me prender e eu não fui. Disso, não me arrependo em nada.
Chantagens sexuais (parte 2)
Existem desejos de um cara que são um pouquinho mais complicados; pra algumas meninas, jamais, pois elas acham desagradável ou até sentem nojo. Ninguém é obrigado a fazer o que não quer. Mas é claro que essas coisas que um cara pode querer também podem ser usados como armas covardes pra prendê-lo a uma desgraça de relacionamento.
Concluir o coito com felação: esse pode ser um exemplo de uma dessas coisas. Agora imagina que na hora H a criaturinha que jamais aceitaria isso resolve pedir por isso, e você pensa: "oh meu Deus, ela está mudada, está se importando comigo! Ela é demais!" Até se concretizar o ato e você ver na cara dela a expressão explícita de nojo. Tudo que você consegue pensar é que se fosse possível, provavelmente o orgasmo teria voltado pelo tubinho que saiu. Pra completar o seu desprazer, ela pergunta: "Já posso cuspir agora?" E eu me lamentava. Havia caído na armadilha novamente.
Concluir o coito com felação: esse pode ser um exemplo de uma dessas coisas. Agora imagina que na hora H a criaturinha que jamais aceitaria isso resolve pedir por isso, e você pensa: "oh meu Deus, ela está mudada, está se importando comigo! Ela é demais!" Até se concretizar o ato e você ver na cara dela a expressão explícita de nojo. Tudo que você consegue pensar é que se fosse possível, provavelmente o orgasmo teria voltado pelo tubinho que saiu. Pra completar o seu desprazer, ela pergunta: "Já posso cuspir agora?" E eu me lamentava. Havia caído na armadilha novamente.
Chantagens sexuais (parte 1)
Ela ia até o meu portão, atrás de mim, muitas das vezes que eu terminei com ela. Ela nem ligava pra avisar que ia. E teve essa, que ela entrou em casa sem a minha permição; meu irmão, que não sabia de nada da história, deixou ela entrar. E eu tava na minha cama, dormindo. Fui brutalmente surpreendido, ainda mais por ela ser uma menina de família e eu não esperar isso dela.
E ela deitou na minha cama (de solteiro), chorosa, fazendo manha, dizendo que tinha trazido isso ou aquilo que eu tinha pedido e se oferecendo. Eu mal tinha aberto os olhos e as mãos dela já estavam dentro da minha calça. Era como dopar o cordeiro pro abate. A verdade é que eu estava indefeso, tonto e nem tinha voltado a consciência total ainda. Quando caiu a ficha, o mal já estava feito.
Mesmo querendo colocar ela porta a fora e dizer pra nunca mais voltar, a verdade era que eu me sentia preso ao que tinha feito a ela, como se eu tivesse cometido algum crime ou coisa do tipo. Eu me senti um lixo por ter de continuar preso nisso. Ela fez isso duas vezes.
E ela deitou na minha cama (de solteiro), chorosa, fazendo manha, dizendo que tinha trazido isso ou aquilo que eu tinha pedido e se oferecendo. Eu mal tinha aberto os olhos e as mãos dela já estavam dentro da minha calça. Era como dopar o cordeiro pro abate. A verdade é que eu estava indefeso, tonto e nem tinha voltado a consciência total ainda. Quando caiu a ficha, o mal já estava feito.
Mesmo querendo colocar ela porta a fora e dizer pra nunca mais voltar, a verdade era que eu me sentia preso ao que tinha feito a ela, como se eu tivesse cometido algum crime ou coisa do tipo. Eu me senti um lixo por ter de continuar preso nisso. Ela fez isso duas vezes.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
O quarto dela: casa de bonecas
As coisas eram quase todas rosa. As paredes, os detalhes, em cores de quarto de menina de 10 anos; a cama, pequena. Eu no quarto dela, como numa casa de bonecas, no maior amasso lá dentro, e ela não sendo uma menina de 10 anos. E eu pensei: eu não sou o Ken da Barbie. Nem um príncipe encantado dos desenhos da Disney. O que eu to fazendo aqui?? O mais bizarro era que ela não era uma criança; longe disso. Era uma jovem tentando se passar por uma criança. Pior ainda, M. Rocha nem tinha autorização dos pais para eu estar lá. E eu, metido em uma das primeiras das muitas mentiras.
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