Eu estava para começar o técnico. Já não suportava mais M. Rocha e sabia que não ia conseguir manter o estudo e o namoro. A questão não era o tempo; final de semana eu continuaria livre. A questão era a grana! Era curta, eu não ia conseguir pagar a escola e manter as frescuras dela. Sem manter as frescuras, viraria uma tortura...
Então, tomei a decisão mais lógica: resolvi terminar. Fui na casa dela por volta de 23:00; estava sofrendo e abalado. Cheguei a derramar algumas lágrimas, não pelo término, mas porque eu sabia que seria uma pequena guerra conseguir isso. Ela lutaria até a ´´ultima força; e eu já me via derrotado. Mesmo assim fui com garra! Ela, como era de se esperar, ficou desesperada e implorou que eu não o fizesse.
E veja o que acontece nessa hora: do nada, o Sr. A. Rocha abre o portão da garagem e vem gritando que pouca vergonha era aquela na casa dele! Inacreditável, mas eu juro, de pés juntos, que isso é fato! Ele estava descontrolado! Eu não entendi absolutamente nada, fiquei entre constrangido e ultrajado! A Sra. E. Rocha ouviu, e veio ver o que era aquele barraco. Entendeu a situação entre eu e a moça na hora, e foi falar com o Sr. A. Rocha e convencer ele a entrar.
Mais uma vez eu vi que seria muito difícil sair da vida deles, e mesmo quando me sentia na merda e queria fugir, eles davam um jeito de me segurar mais um pouco. No meio do pequeno escândalo, eu acabei desistindo de desistir... intimidado.
Estamos escrevendo aqui o máximo que podemos. Nas tags vocês, visitantes, poderão encontrar os assuntos, separadamente, para facilitar a cada um ler o que sentir vontade.
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quinta-feira, 18 de novembro de 2010
sábado, 6 de novembro de 2010
O Sr. A. Rocha no meu portão
Não apenas ela foi no meu portão; não bastando tudo que essa gente já tinha me feito, os prejuízos que causaram e os problemas na minha vida que criaram, o Sr. A. Rocha ainda foi no meu portão me ameaçar! Detalhe que já tinha quase quatro meses que eu tinha largado dela! Somente meu irmão e minha atual namorada estavam em casa; essa foi a minha sorte.
Meu irmão e minha garota foram muito calmos e conversaram com ele. Agradeci muito a Deus por minha mãe não estar, ou, do jeito que aquela ceninha ridícula foi, ela poderia ter passado mal e ter de ir ao hospital!!!
Ele fez ameaças de registrar um suposto B.O., sendo que não havia acontecido delito nenhum, ameaçou até fazer fofoca pro padre da igreja perto de casa... O desespero dele era tremendo, que minha namorada me disse que ao fim da conversa, ele quase chorava. No entanto, ela já sabia de muitas artimanhas que aquelas pessoas já haviam usado contra mim e foi fria, calma e controlada. Colocou a situação toda em pratos limpos. Colocou seus termos, assim como ele colocou os dele. Naquele dia, no meu portão, uma promessa foi selada entre dois adultos de saúde mental perfeita. Se a promessa tivesse sido cumprida do outro lado como foi do meu lado, esse blog nem existiria.
Apesar de todo respeito que eu tinha pelo Sr. A. Rocha, naquele dia o achei muito covarde. Eram 14:00 da tarde, era óbvio que eu estava no trabalho. Ele foi ali pra agredir as pessoas da minha família, e não pra tirar satisfações comigo. Nesse dia, perdi quase todo respeito por ele.
Meu irmão e minha garota foram muito calmos e conversaram com ele. Agradeci muito a Deus por minha mãe não estar, ou, do jeito que aquela ceninha ridícula foi, ela poderia ter passado mal e ter de ir ao hospital!!!
Ele fez ameaças de registrar um suposto B.O., sendo que não havia acontecido delito nenhum, ameaçou até fazer fofoca pro padre da igreja perto de casa... O desespero dele era tremendo, que minha namorada me disse que ao fim da conversa, ele quase chorava. No entanto, ela já sabia de muitas artimanhas que aquelas pessoas já haviam usado contra mim e foi fria, calma e controlada. Colocou a situação toda em pratos limpos. Colocou seus termos, assim como ele colocou os dele. Naquele dia, no meu portão, uma promessa foi selada entre dois adultos de saúde mental perfeita. Se a promessa tivesse sido cumprida do outro lado como foi do meu lado, esse blog nem existiria.
Apesar de todo respeito que eu tinha pelo Sr. A. Rocha, naquele dia o achei muito covarde. Eram 14:00 da tarde, era óbvio que eu estava no trabalho. Ele foi ali pra agredir as pessoas da minha família, e não pra tirar satisfações comigo. Nesse dia, perdi quase todo respeito por ele.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
A história dos presentes (parte 4)
Inconformado com a história dos dvds e de uma das miniaturas que ela deu sumiço, resolvi pegar uma parte dos brinquedos devolvidos e doar na creche onde ela trabalha. Seria a deixa perfeita pra eu finalmente conseguir conversar com ela, já que os pais estavam fazendo um escudo pra eu não conseguir entrar em contato com ela de jeito nenhum.
Levamos os ditos e lá, e tentamos conversar. Ela insistia que íamos prejudicá-la no trabalho, como se isso fosse possível já que não houve escândalo, nem grito nem grosseria alguma de minha parte e da parte de minha namorada, que me acompanhou. Já da parte dela, foi diferente. Fora da creche, na conversa, mandou minha namorada se calar com grosseria, levantando o tom de voz, se mostrando quem era de verdade mais uma vez. Ela disse que chamaria a polícia, mas sendo minha namorada um pouco entendida no assunto, disse que não havia delito nenhum. Ela se irritou, e largou-nos, do lado de fora, falando sozinhos.
Levamos os ditos e lá, e tentamos conversar. Ela insistia que íamos prejudicá-la no trabalho, como se isso fosse possível já que não houve escândalo, nem grito nem grosseria alguma de minha parte e da parte de minha namorada, que me acompanhou. Já da parte dela, foi diferente. Fora da creche, na conversa, mandou minha namorada se calar com grosseria, levantando o tom de voz, se mostrando quem era de verdade mais uma vez. Ela disse que chamaria a polícia, mas sendo minha namorada um pouco entendida no assunto, disse que não havia delito nenhum. Ela se irritou, e largou-nos, do lado de fora, falando sozinhos.
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