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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Obrigações

Geralmente um namoro se baseia em sexo, ou em amizade, ou em amor, ou em um grupo dessas coisas.
Com ela, se baseava unicamente em obrigações. Obrigação que eu tinha de dar presentes pra ela, de dar alianças, de ir nos tais jantares que sempre de deixavam exausto e sempre eram uma dificuldade por causa dos meus horários, obrigação de honrar os sacrifícios que ela fazia por mim (como se fosse grande coisa), obrigação com o que a família dela fazia por mim e sentia por mim, obrigação de ser assim ou assado, ver esse ou aquele filme, não ver esse ou aquele outro filme, excluir orkut, sair da comunidade tal, parar de falar com amigos, de parar de dar role, de não beber, de fazer tal coisa... Sempre mesmo, não por amor, paixão, amizade ou companheirismo nem nada assim. Sempre obrigação.
Acho que no fundo, ela sabia que se essas coisas fossem por amor e paixão, ela teria que esperar deitada, e como esperaria... Se fossem coisas por companheirismo ou amizade, pior ainda, pois ela não tinha a capacidade de demonstrar esses laços afetivos com ninguém.
Por um lado, que inferno. Mas hoje eu entendo que, se não fosse, toda essa penca de obrigações que ela jogava na minha cara, não teria durado nem seis meses porque ela não tinha mais absolutamente nada que iria me segurar...

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Aliança: valores

Tudo começou quando comentei de um amigo que com 1 mês de namoro com uma menina, já estava usando aliança. Quisera eu não ter dito isso. M. Rocha começou a achar que o nossa relação era tão merecedora de anéis quanto a do meu amigo! Consequência: eu fui coagido a comprar a porcaria das alianças que eu nem queria ter usado jamais com ela! O tenso era que não tínhamos nem completado três meses. 
Primeiro, eram só indiretas. Indiretas que evoluíram para pedidos, que acabaram se tornando indiscretos, depois cobranças, como se usar aliança fosse assumi-la. Assumir mais o que? Já tinha sido tacado no meio daquela família, já tinha sido legal com todos, já tinha conhecido os pais, já tinha feito tudo que um cara descente faria. O que ela não entendeu em momento nenhum é que a vontade não veio porque esse tipo de vontade vem de dentro, vem do amor, vem espontaneamente. Não é o tempo, não é questão de assumir ninguém. 
A aliança, mais um troféu que ela queria pra esfregar na cara dos outros o que ela tinha, pra provar que era alguma coisa, pra provar uma coisa artificial, e não pra selar um grande amor. Era uma recompensa pelos supostos terríveis "sacrifícios" que ela fazia, e eu não pedia. Era um preço. Não poderia ter inversão maior de valores.
A verdade é que eu dei todas as chances que poderia dar a ela pra ela merecer receber alianças, e ainda sim, no fim, o máximo que ela conseguiu fazer foi me obrigar. Pelo menos, depois depois que comprei, pra lá de seis meses de namoro, calou a boca.

A Senhora legal e o retorno da Monstro do Ciúme

Sabe aqueles supostos mimos que eu recebia? Pois é. Provável que me chamem de ingrato e digam que eu to cuspindo em prato que já comi, mas não me levem a mal: acho que nem era tudo isso. Ou talvez fosse até o momento que fui simpático com uma das anfitriãs, numa certa viagem dessas e paguei por isso como se fosse crime. 
Porque um cara que tem namorada, na cabeça de M. Rocha, era proibido de falar com qualquer pessoa que não fosse ela. Mesmo que essa pessoa fosse a dona da casa onde eu estivesse hospedado e comendo de graça, que fosse uma senhora casada e que fosse, das pessoas dali, alguém que tinha assunto, além de falar que é a vítima do mundo, comigo. Mas não! Além de aturar ela a maior parte do tempo, ainda nem podia ter um momento de refresco com alguém que lesse mais do que Harry Potter! E ainda achou que tinha qualquer chance de conseguir conversar junto e cobrou que eu não puxei ela pra conversa... 
O remédio amargo que tomei? Simples. Sabe a ingratidão? Pois é, ela está aqui, e está por um motivo simples: me jogar na cara que eu recebi tudo aquilo de favor, e ainda como se eu tivesse tido a opção de não ir, é o cúmulo do ridículo.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

A história do Tarot

Uma das histórias que eu não pude esquecer foi quando a Sra. E. Rocha, mãe dela, tirou um jogo de tarot sobre M. Rocha e, supostamente, apareceu nas cartas, descrito, um suposto príncipe encantado, bem a la Rapunzel, tipo salva a da torre e carrega embora. Nessa época, eu já tinha começado a sentir desânimo como relacionamento, já não tinha mais vontade nenhuma de seguir pro degrau acima no nosso relacionamento. E euzinho, do nada, virei o cara apareceu nas cartas! Ou seja: ela me chantagear, me manipular, me explorar financeiramente, tornar os meus míseros momentos de alegria com meus amigos o mais insuportáveis possíveis ou me fazer sentir culpa por ter passado por eles e me obrigar a assumir compromissos que eu não queria nem estava pronto era o meu destino... Muito fácil empurrar isso goela minha abaixo, quando nada mais que importa está próximo. Já não acreditava no amor, nem em felicidade no casamento, nem em coisas especiais, nem em nada que me pudesse tirar daquela cova. 
Mas a verdade mesmo é que aquilo nunca foi o certo. Eles só estavam tentando me obrigar a aceitar que aquilo era o certo, novamente! E fizeram isso de todas as formas que puderam. 

domingo, 7 de novembro de 2010

Mais um conto da bicicleta

Uma das vezes que liguei para a Sra. E. Rocha pra pedir o número de M. Rocha pra falar da devolução da tal bicicleta, ela (a mãe) disse que queria conversar comigo antes, que só ia passar o número pra eu marcar de devolver se eu conversasse com ela. Eu disse que só queria devolver a bicicleta. Ela disse que não, que não queria bicicleta, que nem fazia questão da bicicleta, mas que eu teria que conversar com ela! Nesse dia, minha atual namorada estava comigo. Ela ficou ultrajada!!! Disse que eu levasse e largasse no portão deles, ou se eles não queriam, que eu jogasse fora. Mas também, pudera: eles estavam tentando usar a bicicleta mais o meu caráter pra me obrigar a falar com eles! Será que eles não entendiam que eu não queria mais saber dela?
O tenso é que, quando o Sr. A. Rocha foi fazer escândalo no meu portão, disse ser uma bicicleta com grande valor emocional... depois disso, como eu poderia, em qualquer momento, acreditar ou dar crédito pra essa gente?

Ciúmes virtuais

Ter ciúmes é natural, tudo em excesso faz mal. Nesse caso, o excesso não fez mal à ciumenta, a M. Rocha, mas sim a mim!
Até ciúmes virtuais ela tinha, do tipo: amiga do orkut, com quem eu nunca fiquei, flertei ou nada, mas conversava coisas que não podia falar com ela. Cheguei a excluir pessoas das minhas redes sociais por não aguentar mais ela me cobrando, fazendo chantagens do tipo: "minha mãe faz isso, minha mãe faz aquilo e você nem pode fazer isso por mim!" "Você fica dando ideia pra essas biscatezinhas e eu aqui fazendo tudo por você!" como se minhas amigas estivessem flertando, se oferecendo ou sendo vulgares de qualquer maneira, coisa que elas nunca fizeram! Eu fui idiota de não ter reagido isso, minhas amigas mereciam mais... 
A louca chegou ao extremo de, uma vez que fui ver uma amiga minha que tinha ganhado neném a pouco tempo. Eu precisava conversar fora do namoro, desabafar o muito que já estava engasgado. M. Rocha reclamou e ficou jogando na minha cara que eu tinha ido na casa de uma amiga sem ela, achando que eu estava indo ver uma ex minha ou algo assim, mesmo sabendo que minhas ex estavam namorando e eu dizendo que elas não estariam lá! Ela jogou isso na minha cara vezes e mais vezes pra eu me sentir culpado, como se falar com outras pessoas fosse algum tipo de crime contra a relação! 
Tentou me obrigar a excluir minha página no orkut; tentou me obrigar a sair de um monte de comunidades; além disso, tive que ficar mais de um ano sem usar Msn. Muito fácil pra ela, já que ela não tinha, antes de mim, quase nenhuma vida social mesmo...

O terreno

A casa deles era cheia de mimos e excessos que eles mal podiam pagar. O pai já tinha planos pra ela: que ela se casasse, e se mudasse pra uma tal casa que eles tinham plano de começar a construir, em breve. Todo tempo que passei com ela, nem um tijolo foi erguido, mas mesmo assim a família jogava isso na minha cara, como se eu já tivesse feito algum pedido de casamento ou coisa do tipo... Eu nunca pedi ela em casamento pro pai dela, coisa que pra minha criação, era fundamental! Eles simplesmente decidiram que eu seria o cara que iria ocupar o cargo de marido dela sem nem me pedir autorização. O terreno, na cabeça deles, devia ser o dote... Mal sabiam que se o problema fosse lugar pra morar, minha família teria pelo menos duas opções de casa pra gente ficar. O que eles nunca entenderam era que essa nunca foi minha intenção. Outra coisa que a Sra. E. Rocha falava era que quando ela tirasse carta, o pai daria um carro pra ela. Aí, quem iria dirigir o carango? Sinceramente, se não fossem as chantagens emocionais que ela fez, com certeza não teria sido esses bens que me segurariam ali. Eu entendo o valor das coisas; o que eles não entenderam era que minha decisão não tinha um preço.

O enigma para a família

Ela disse que a mãe dela e a tia, notaram, perto do nosso grand finalle, que eu estava sendo seco e distante com os parentes dela, e começaram a desconfiar que eu não gostava mais dela. Que tinham ficado magoadas comigo, sem saber porque eu agia daquele jeito. Elas nem podiam imaginar que era por causa da coleira, das chantagens, das mentiras, das coisas que me obrigavam, das coisas que me cobravam, das indiretas pelo canto da boca, e toda liberdade roubada, além de todos os momentos de felicidade que eu havia perdido por culpa de todos eles. Nossa, era quase um enigma o meu porquê!!!

sábado, 6 de novembro de 2010

As saídas (parte 2)

Eu não queria que ela fosse naquele evento de anime, porque eu ia e ia encontrar com os meus amigos e era o tipo de evento que eu me divertia muito mesmo com eles. Eu pedi pra que ela não fosse, ela disse que ia mesmo assim. 
Fomos juntos eu e meus amigos, como combinado. Foi legal demais, muita diversão, risadas... até ela chegar. E, nesse momento, todos se afastaram porque já sabiam o que ia acontecer. Eu tinha que ficar aguentando as broncas dela e com certeza sair cedo, porque ela estava ali, mesmo, só pra estragar a minha felicidade sem ela. 
Era basicamente isso em todos os eventos de anime. Em um deles, já pro final do namoro, ela estava trabalhando num mercado e saiu do trabalho pra ir pro lugar. Eu estava brincando com uma amiga que era irmã minha de consideração, e ela viu. "Eu sai do serviço, vim direto pra cá sem tomar banho nem me maquiar nem nada pra pegar você saltitando de braços dados com essa menina!!" Mas ela mesma, brincar comigo? Nunca!!! E não suportava me ver me divertindo com outra pessoa! Fazia eu me sentir culpado por fazer isso sem ela como se em algum momento ela já tivesse feito algo assim comigo... Nesse dia, minha amiga ficou o resto do evento sozinha. E eu, não vi muito; como sempre, fui encoleirado e arrastado de lá cedo demais.

Chantagens sexuais (parte 3)

A situação coito finalizando com felação ela usou pra me amarrar duas vezes. Em outra vez usou anal. Em todas essas situações, a decepção foi igualmente enorme. Essas coisas me fizeram sentir usado, sujo e incorreto porque eu queria um relacionamento baseado em amizade, companheirismo e cumplicidade, e ela usava essas coisas pra me manter preso, já que não conseguia me manter com ela pela pessoa que era. Nem ao menos me satisfazia, e dizia coisas como "só uma vadia vai te satisfazer" como se isso justificasse todas as outras bostas que ela fazia comigo! Se ao menos ela se esforçasse pra ser uma menina legal na relação, acho que teria sido diferente, mas além de sempre ser egoísta, mimada e chantagista, nunca queria fazer absolutamente nada pra me deixar satisfeito. Além de tudo, eu nunca mandei ou exigi que ela fizesse nada disso. Ela fazia por livre e espontânea vontade, só pra me sentir culpado, depois, por ter aceito que ela fizesse.
Quando dei o basta final e entrei em outro relacionamento, ela ainda tentou me obrigar a ir falar com ela! A minha nova namorada sentiu medo que ela fizesse novamemte mais uma das covardes seduções dela pra me prender e eu não fui. Disso, não me arrependo em nada.

Chantagens sexuais (parte 2)

Existem desejos de um cara que são um pouquinho mais complicados; pra algumas meninas, jamais, pois elas acham desagradável ou até sentem nojo. Ninguém é obrigado a fazer o que não quer. Mas é claro que essas coisas que um cara pode querer também podem ser usados como armas covardes pra prendê-lo a uma desgraça de relacionamento.
Concluir o coito com felação: esse pode ser um exemplo de uma dessas coisas. Agora imagina que na hora H a criaturinha que jamais aceitaria isso resolve pedir por isso, e você pensa: "oh meu Deus, ela está mudada, está se importando comigo! Ela é demais!" Até se concretizar o ato e você ver na cara dela a expressão explícita de nojo. Tudo que você consegue pensar é que se fosse possível, provavelmente o orgasmo teria voltado pelo tubinho que saiu. Pra completar o seu desprazer, ela pergunta: "Já posso cuspir agora?" E eu me lamentava. Havia caído na armadilha novamente.

Chantagens sexuais (parte 1)

Ela ia até o meu portão, atrás de mim, muitas das vezes que eu terminei com ela. Ela nem ligava pra avisar que ia. E teve essa, que ela entrou em casa sem a minha permição; meu irmão, que não sabia de nada da história, deixou ela entrar. E eu tava na minha cama, dormindo. Fui brutalmente surpreendido, ainda mais por ela ser uma menina de família e eu não esperar isso dela.
E ela deitou na minha cama (de solteiro), chorosa, fazendo manha, dizendo que tinha trazido isso ou aquilo que eu tinha pedido e se oferecendo. Eu mal tinha aberto os olhos e as mãos dela já estavam dentro da minha calça. Era como dopar o cordeiro pro abate. A verdade é que eu estava indefeso, tonto e nem tinha voltado a consciência total ainda. Quando caiu a ficha, o mal já estava feito.
Mesmo querendo colocar ela porta a fora e dizer pra nunca mais voltar, a verdade era que eu me sentia preso ao que tinha feito a ela, como se eu tivesse cometido algum crime ou coisa do tipo. Eu me senti um lixo por ter de continuar preso nisso. Ela fez isso duas vezes.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

A minha moto (parte 2)

Eu deixei de fazer várias viagens. Veículo, como já foi dito, nunca foi problema; o problema era essa proibição dela, que ela nunca tentou enfrentar. Além da moto, se eu não a levasse, era um drama terrível. Fazia eu me sentir um crápula por abandonála, como se eu não fosse voltar ou fosse trai-la. Nenhuma dessas viagens eu iria só, era sempre com amigos. Mas ela achava que era minha obrigação ficar com ela acima de tudo.
Teve essa vez que fui mesmo assim, escondido, porque se contasse, já sabia que ela iria me arrasar pra eu não ir. Foi uma das melhores viagens na minha vida! Em muito tempo, me senti verdadeiramente livre e feliz. Isso durou até que cheguei em casa. Minha mãe estava desesperada; ela havia feito várias ligações, e minha mãe já não aguentava mais o telefone tocar e ela perguntar sobre mim. Pela insistência da minha mãe, retornei. Mais uma vez, ela falou um monte pra eu me sentir um crápula, e mesmo cansado, ela me forçou a ir pra casa dela jantar. E meu ouvido virou pinico de novo!!!

Aniversário do Avô

Outra festa de família das que sempre me deixavam deslocado. Essa, eu não fui. Queria evitar que os constrangimentos que o aniversário do irmão dela me causaram se repetissem. Foi tão ruim quanto se eu tivesse ido.
Eu, bonzinho, fui buscá-la depois da festa, escondido, como sempre. Quando chegamos na minha casa, ela ficou de tititi sobre a festa, como se eu quisesse saber. E, nessa conversinha mole, disse uma frase, supostamente dita pelo avô: "por que ele não veio? No próximo ano eu posso não estar mais vivo." Quando M. Rocha disse isso, seu ego inflou; ela sabia o peso de culpa que isso criou em mim. Desanimei; ela, com a cara mais dramática possível, tentando me convencer do mal que eu tinha feito. Mas a verdade é que eu nunca menti: sempre fui muito sincero sobre o desconforto que me causavam aqueles tipos de festa.

Os jantares

Eu saia muito cedo pra ir ao trabalho, chegava muito tarde, sempre cansado, desgastado emocional e fisicamente. Almoçar meio-dia e chegar as 18:00, exausto, sem ter lanchado. E ela me ligava pra jantar lá. Na minha casa, a janta já estava pronta. Lá, eu sabia que iria chegar e esperar até 2h pra janta ficar pronta. Tinha que ficar lá até 23:00, 23:30, e em certas épocas tinha que acordar as 5:00 no dia seguinte.  Birrenta, se eu dizia que não ia, parecia que tirava duas garras pelo fone, que me apertavam. Dizia "mamãe fez isso, mamãe fez aquilo" e tal, que eu tinha que ir, que era minha obrigação como namorado, sem nem se importar com o quanto eu estava cansado. Minha mãe se chateava por eu deixar de comer a comida dela, que já estava pronta, pra comer a comida de lá. Eu, morto de fome. Ela, mais uma vontade feita.

A história dos presentes (parte 2)

Apesar de toda chantagem, eu sempre me esforçava pra dar as coisas, pra daí, um belo dia, minha mãe me receber na porta com uma cara enigmática. "O que tá acontecendo?" disse. Aí, na minha cama, um enorme saco preto e minha mãe diz que a coisinha veio em casa, com a Sra. E. Rocha, a mãe dela, e deixou isso aqui.
Quando eu abri o saco, as coisas que eu havia dado. Primeira reação: coisas inúteis. Segunda: medir a grana que gastei, segundo os salários que ganhava. Aí pensei em tudo que deixei de fazer. Os presentes, na verdade, tinham sido só uma tentativa de compensar o que a família dela fez de legal por mim. E ela sempre jogando na cara e me forçando, como se o que eu fazia era só o razoável, só o suficiente, e não o melhor que eu podia. Acabei largando as coisas devolvidas pra lá.