Nesse tempo com ela, eu vi alguns cúmulos do patético. Esse post com certeza foi um deles.
Uma briga em dezembro, primeira semana. Ela havia me prometido algo, e veio me dizer que não ia cumprir, dizendo que era porque não podia. E ela cometeu o terrível erro de tirar a aliança do dedo e entregar na minha mão!
Eu, com os dois benditos anéis na mão, e de repente, a ideia perfeita! E os dois, atirados no meio da rua, sem piedade! Ela, com rosto choroso: "Por favor, me ajuda a achar as alianças" Eu:"Ué, você não quer ir embora? Então vá embora! Some!" E estava em frente em casa, num sábado, e uma distribuidora de frios em do outro lado da rua, aberta, e as pessoas que estavam lá olhando pra gente... fiquei morto de vergonha daquela coisinha, ajoelhada no chão, catando aquelas bostas e tive que abaixar pra ajudar, ou eu ficaria parecendo um crápula! Humilhante... E depois, ela ainda veio chorando, abraçando, assim que foram encontradas. E aí, eu respiro fundo, viro a cara pro lado, fecho os olhos, e lembro: mais uma vez você não conseguiu. Ela: sua responsabilidade, seu karma, a cruz que você vai ter que carregar.
Estamos escrevendo aqui o máximo que podemos. Nas tags vocês, visitantes, poderão encontrar os assuntos, separadamente, para facilitar a cada um ler o que sentir vontade.
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quinta-feira, 18 de novembro de 2010
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Flávia e a Mostro do ciúme
Fazia um pouco mais de uma semana que eu estava com M. Rocha. Minha amiga Flávia veio me chamar de "pesseguinho" no orkut para ironizar os "neguinhos" da vida e toda a salada de frutas que meu nome havia virado. M. Rocha virou a Monstro do ciúme e entrou em uma discusão com a Flávia por causa desse apelido, sem nem levar em conta a amizade que eu tinha com ela muito antes de eu ter qualquer coisa com M. Rocha.
Além do mais, era óbvio que era apenas uma brincadeira. Acabou com a M. rocha sendo bloqueada no orkut de Flávia e eu passando os próximos meses sem poder ter contato direto com a minha velha amiga.
Uma das vezes que terminei a bodega do namoro, eu, Flávia e um amigo que tínhamos na época saímos para comemorar o término. No entanto (e isso foi uma pena), na manhã seguinte, comigo ainda derrotado da algazarra, M. Rocha voltou atrás de mim, no meu portão, toda a mesma ladainha de sempre sem nem imaginar que eu estava acabado daquele jeito porque na noite anterior, comemorei o fim daquele relacionamento falido! Depois, o peso de culpa pelo ato me impediu de manter a resolução da noite anterior...
Uma das primeiras coisas que fiz após o final definitivo do relacionamento foi chamar Flávia para sairmos e conversamos como não fazíamos a, no minimo, 27 meses; rimos da
situação e matamos a saudade - e dessa vez, sem precisar me sentir um vilão nem ser devorado pela Monstro do ciúme.
Além do mais, era óbvio que era apenas uma brincadeira. Acabou com a M. rocha sendo bloqueada no orkut de Flávia e eu passando os próximos meses sem poder ter contato direto com a minha velha amiga.
Uma das vezes que terminei a bodega do namoro, eu, Flávia e um amigo que tínhamos na época saímos para comemorar o término. No entanto (e isso foi uma pena), na manhã seguinte, comigo ainda derrotado da algazarra, M. Rocha voltou atrás de mim, no meu portão, toda a mesma ladainha de sempre sem nem imaginar que eu estava acabado daquele jeito porque na noite anterior, comemorei o fim daquele relacionamento falido! Depois, o peso de culpa pelo ato me impediu de manter a resolução da noite anterior...
Uma das primeiras coisas que fiz após o final definitivo do relacionamento foi chamar Flávia para sairmos e conversamos como não fazíamos a, no minimo, 27 meses; rimos da
situação e matamos a saudade - e dessa vez, sem precisar me sentir um vilão nem ser devorado pela Monstro do ciúme.
sábado, 6 de novembro de 2010
O Sr. A. Rocha no meu portão
Não apenas ela foi no meu portão; não bastando tudo que essa gente já tinha me feito, os prejuízos que causaram e os problemas na minha vida que criaram, o Sr. A. Rocha ainda foi no meu portão me ameaçar! Detalhe que já tinha quase quatro meses que eu tinha largado dela! Somente meu irmão e minha atual namorada estavam em casa; essa foi a minha sorte.
Meu irmão e minha garota foram muito calmos e conversaram com ele. Agradeci muito a Deus por minha mãe não estar, ou, do jeito que aquela ceninha ridícula foi, ela poderia ter passado mal e ter de ir ao hospital!!!
Ele fez ameaças de registrar um suposto B.O., sendo que não havia acontecido delito nenhum, ameaçou até fazer fofoca pro padre da igreja perto de casa... O desespero dele era tremendo, que minha namorada me disse que ao fim da conversa, ele quase chorava. No entanto, ela já sabia de muitas artimanhas que aquelas pessoas já haviam usado contra mim e foi fria, calma e controlada. Colocou a situação toda em pratos limpos. Colocou seus termos, assim como ele colocou os dele. Naquele dia, no meu portão, uma promessa foi selada entre dois adultos de saúde mental perfeita. Se a promessa tivesse sido cumprida do outro lado como foi do meu lado, esse blog nem existiria.
Apesar de todo respeito que eu tinha pelo Sr. A. Rocha, naquele dia o achei muito covarde. Eram 14:00 da tarde, era óbvio que eu estava no trabalho. Ele foi ali pra agredir as pessoas da minha família, e não pra tirar satisfações comigo. Nesse dia, perdi quase todo respeito por ele.
Meu irmão e minha garota foram muito calmos e conversaram com ele. Agradeci muito a Deus por minha mãe não estar, ou, do jeito que aquela ceninha ridícula foi, ela poderia ter passado mal e ter de ir ao hospital!!!
Ele fez ameaças de registrar um suposto B.O., sendo que não havia acontecido delito nenhum, ameaçou até fazer fofoca pro padre da igreja perto de casa... O desespero dele era tremendo, que minha namorada me disse que ao fim da conversa, ele quase chorava. No entanto, ela já sabia de muitas artimanhas que aquelas pessoas já haviam usado contra mim e foi fria, calma e controlada. Colocou a situação toda em pratos limpos. Colocou seus termos, assim como ele colocou os dele. Naquele dia, no meu portão, uma promessa foi selada entre dois adultos de saúde mental perfeita. Se a promessa tivesse sido cumprida do outro lado como foi do meu lado, esse blog nem existiria.
Apesar de todo respeito que eu tinha pelo Sr. A. Rocha, naquele dia o achei muito covarde. Eram 14:00 da tarde, era óbvio que eu estava no trabalho. Ele foi ali pra agredir as pessoas da minha família, e não pra tirar satisfações comigo. Nesse dia, perdi quase todo respeito por ele.
Chantagens sexuais (parte 1)
Ela ia até o meu portão, atrás de mim, muitas das vezes que eu terminei com ela. Ela nem ligava pra avisar que ia. E teve essa, que ela entrou em casa sem a minha permição; meu irmão, que não sabia de nada da história, deixou ela entrar. E eu tava na minha cama, dormindo. Fui brutalmente surpreendido, ainda mais por ela ser uma menina de família e eu não esperar isso dela.
E ela deitou na minha cama (de solteiro), chorosa, fazendo manha, dizendo que tinha trazido isso ou aquilo que eu tinha pedido e se oferecendo. Eu mal tinha aberto os olhos e as mãos dela já estavam dentro da minha calça. Era como dopar o cordeiro pro abate. A verdade é que eu estava indefeso, tonto e nem tinha voltado a consciência total ainda. Quando caiu a ficha, o mal já estava feito.
Mesmo querendo colocar ela porta a fora e dizer pra nunca mais voltar, a verdade era que eu me sentia preso ao que tinha feito a ela, como se eu tivesse cometido algum crime ou coisa do tipo. Eu me senti um lixo por ter de continuar preso nisso. Ela fez isso duas vezes.
E ela deitou na minha cama (de solteiro), chorosa, fazendo manha, dizendo que tinha trazido isso ou aquilo que eu tinha pedido e se oferecendo. Eu mal tinha aberto os olhos e as mãos dela já estavam dentro da minha calça. Era como dopar o cordeiro pro abate. A verdade é que eu estava indefeso, tonto e nem tinha voltado a consciência total ainda. Quando caiu a ficha, o mal já estava feito.
Mesmo querendo colocar ela porta a fora e dizer pra nunca mais voltar, a verdade era que eu me sentia preso ao que tinha feito a ela, como se eu tivesse cometido algum crime ou coisa do tipo. Eu me senti um lixo por ter de continuar preso nisso. Ela fez isso duas vezes.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
A história dos presentes (parte 2)
Apesar de toda chantagem, eu sempre me esforçava pra dar as coisas, pra daí, um belo dia, minha mãe me receber na porta com uma cara enigmática. "O que tá acontecendo?" disse. Aí, na minha cama, um enorme saco preto e minha mãe diz que a coisinha veio em casa, com a Sra. E. Rocha, a mãe dela, e deixou isso aqui.
Quando eu abri o saco, as coisas que eu havia dado. Primeira reação: coisas inúteis. Segunda: medir a grana que gastei, segundo os salários que ganhava. Aí pensei em tudo que deixei de fazer. Os presentes, na verdade, tinham sido só uma tentativa de compensar o que a família dela fez de legal por mim. E ela sempre jogando na cara e me forçando, como se o que eu fazia era só o razoável, só o suficiente, e não o melhor que eu podia. Acabei largando as coisas devolvidas pra lá.
Quando eu abri o saco, as coisas que eu havia dado. Primeira reação: coisas inúteis. Segunda: medir a grana que gastei, segundo os salários que ganhava. Aí pensei em tudo que deixei de fazer. Os presentes, na verdade, tinham sido só uma tentativa de compensar o que a família dela fez de legal por mim. E ela sempre jogando na cara e me forçando, como se o que eu fazia era só o razoável, só o suficiente, e não o melhor que eu podia. Acabei largando as coisas devolvidas pra lá.
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