Estamos escrevendo aqui o máximo que podemos. Nas tags vocês, visitantes, poderão encontrar os assuntos, separadamente, para facilitar a cada um ler o que sentir vontade.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Os três anos e a energia nuclear
Quando fui a creche doar os presentes que ela me devolveu, foi muito, realmente muito engraçado ela dizer que perdeu três anos da própria vida comigo. Engraçado por dois motivos: um deles, não tínhamos três anos, que outros 5 meses ela estava somando pra fazer três anos?? Segundo: como pode alguém correr atrás de algo que rouba anos da própria vida? É o mesmo que se tacar voluntariamente numa ogiva nuclear pra contrair um câncer. Se você se taca, a culpa é toda sua. Se queixar, se foi você quem correu atrás, é o mesmo que dizer pro Einstein, teórico que alavancou a descoberta da energia nuclear que ele tem culpa do seu maldito câncer!
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
A história do Tarot
Uma das histórias que eu não pude esquecer foi quando a Sra. E. Rocha, mãe dela, tirou um jogo de tarot sobre M. Rocha e, supostamente, apareceu nas cartas, descrito, um suposto príncipe encantado, bem a la Rapunzel, tipo salva a da torre e carrega embora. Nessa época, eu já tinha começado a sentir desânimo como relacionamento, já não tinha mais vontade nenhuma de seguir pro degrau acima no nosso relacionamento. E euzinho, do nada, virei o cara apareceu nas cartas! Ou seja: ela me chantagear, me manipular, me explorar financeiramente, tornar os meus míseros momentos de alegria com meus amigos o mais insuportáveis possíveis ou me fazer sentir culpa por ter passado por eles e me obrigar a assumir compromissos que eu não queria nem estava pronto era o meu destino... Muito fácil empurrar isso goela minha abaixo, quando nada mais que importa está próximo. Já não acreditava no amor, nem em felicidade no casamento, nem em coisas especiais, nem em nada que me pudesse tirar daquela cova.
Mas a verdade mesmo é que aquilo nunca foi o certo. Eles só estavam tentando me obrigar a aceitar que aquilo era o certo, novamente! E fizeram isso de todas as formas que puderam.
Mas a verdade mesmo é que aquilo nunca foi o certo. Eles só estavam tentando me obrigar a aceitar que aquilo era o certo, novamente! E fizeram isso de todas as formas que puderam.
domingo, 7 de novembro de 2010
Mais um conto da bicicleta
Uma das vezes que liguei para a Sra. E. Rocha pra pedir o número de M. Rocha pra falar da devolução da tal bicicleta, ela (a mãe) disse que queria conversar comigo antes, que só ia passar o número pra eu marcar de devolver se eu conversasse com ela. Eu disse que só queria devolver a bicicleta. Ela disse que não, que não queria bicicleta, que nem fazia questão da bicicleta, mas que eu teria que conversar com ela! Nesse dia, minha atual namorada estava comigo. Ela ficou ultrajada!!! Disse que eu levasse e largasse no portão deles, ou se eles não queriam, que eu jogasse fora. Mas também, pudera: eles estavam tentando usar a bicicleta mais o meu caráter pra me obrigar a falar com eles! Será que eles não entendiam que eu não queria mais saber dela?
O tenso é que, quando o Sr. A. Rocha foi fazer escândalo no meu portão, disse ser uma bicicleta com grande valor emocional... depois disso, como eu poderia, em qualquer momento, acreditar ou dar crédito pra essa gente?
O tenso é que, quando o Sr. A. Rocha foi fazer escândalo no meu portão, disse ser uma bicicleta com grande valor emocional... depois disso, como eu poderia, em qualquer momento, acreditar ou dar crédito pra essa gente?
Suspeitas da minha antiga conta do Msn
Não posso dizer realmente que foi ela quem logou e excluiu a maior parte dos meus contatos (tipo uns 90%) da minha conta anterior, mas posso dizer porque eu suspeito que foi ela.
Eu tinha terminado com ela, estava solteiro. Aí, apareceu aquela janelinha avisando que meu msn estava logado em mais de um computador. Foi um choque pra mim. Na hora liguei pra ela e dei uma bronca nela. Ela negou, mas a voz, o jeito... eu sabia que era mentira; depois de quase três anos com a mesma pessoa, isso é algo que se pode identificar, ainda mais depois de todas as mentiras dela. Depois do telefonema, a mensagem do programa desapareceu. Eu fui e mudei as senhas que eu sabia que estavam gravadas na casa dela.
Provavelmente, a primeira vez que ela logou, eu ainda estava com ela. Ainda bem que ela não resolveu usar a minha identidade online pra falar nenhum desaforo pra amigo meu... Mas se acontecesse, não seria surpresa.
Eu tinha terminado com ela, estava solteiro. Aí, apareceu aquela janelinha avisando que meu msn estava logado em mais de um computador. Foi um choque pra mim. Na hora liguei pra ela e dei uma bronca nela. Ela negou, mas a voz, o jeito... eu sabia que era mentira; depois de quase três anos com a mesma pessoa, isso é algo que se pode identificar, ainda mais depois de todas as mentiras dela. Depois do telefonema, a mensagem do programa desapareceu. Eu fui e mudei as senhas que eu sabia que estavam gravadas na casa dela.
Provavelmente, a primeira vez que ela logou, eu ainda estava com ela. Ainda bem que ela não resolveu usar a minha identidade online pra falar nenhum desaforo pra amigo meu... Mas se acontecesse, não seria surpresa.
Ciúmes virtuais
Ter ciúmes é natural, tudo em excesso faz mal. Nesse caso, o excesso não fez mal à ciumenta, a M. Rocha, mas sim a mim!
Até ciúmes virtuais ela tinha, do tipo: amiga do orkut, com quem eu nunca fiquei, flertei ou nada, mas conversava coisas que não podia falar com ela. Cheguei a excluir pessoas das minhas redes sociais por não aguentar mais ela me cobrando, fazendo chantagens do tipo: "minha mãe faz isso, minha mãe faz aquilo e você nem pode fazer isso por mim!" "Você fica dando ideia pra essas biscatezinhas e eu aqui fazendo tudo por você!" como se minhas amigas estivessem flertando, se oferecendo ou sendo vulgares de qualquer maneira, coisa que elas nunca fizeram! Eu fui idiota de não ter reagido isso, minhas amigas mereciam mais...
A louca chegou ao extremo de, uma vez que fui ver uma amiga minha que tinha ganhado neném a pouco tempo. Eu precisava conversar fora do namoro, desabafar o muito que já estava engasgado. M. Rocha reclamou e ficou jogando na minha cara que eu tinha ido na casa de uma amiga sem ela, achando que eu estava indo ver uma ex minha ou algo assim, mesmo sabendo que minhas ex estavam namorando e eu dizendo que elas não estariam lá! Ela jogou isso na minha cara vezes e mais vezes pra eu me sentir culpado, como se falar com outras pessoas fosse algum tipo de crime contra a relação!
Tentou me obrigar a excluir minha página no orkut; tentou me obrigar a sair de um monte de comunidades; além disso, tive que ficar mais de um ano sem usar Msn. Muito fácil pra ela, já que ela não tinha, antes de mim, quase nenhuma vida social mesmo...
Até ciúmes virtuais ela tinha, do tipo: amiga do orkut, com quem eu nunca fiquei, flertei ou nada, mas conversava coisas que não podia falar com ela. Cheguei a excluir pessoas das minhas redes sociais por não aguentar mais ela me cobrando, fazendo chantagens do tipo: "minha mãe faz isso, minha mãe faz aquilo e você nem pode fazer isso por mim!" "Você fica dando ideia pra essas biscatezinhas e eu aqui fazendo tudo por você!" como se minhas amigas estivessem flertando, se oferecendo ou sendo vulgares de qualquer maneira, coisa que elas nunca fizeram! Eu fui idiota de não ter reagido isso, minhas amigas mereciam mais...
A louca chegou ao extremo de, uma vez que fui ver uma amiga minha que tinha ganhado neném a pouco tempo. Eu precisava conversar fora do namoro, desabafar o muito que já estava engasgado. M. Rocha reclamou e ficou jogando na minha cara que eu tinha ido na casa de uma amiga sem ela, achando que eu estava indo ver uma ex minha ou algo assim, mesmo sabendo que minhas ex estavam namorando e eu dizendo que elas não estariam lá! Ela jogou isso na minha cara vezes e mais vezes pra eu me sentir culpado, como se falar com outras pessoas fosse algum tipo de crime contra a relação!
Tentou me obrigar a excluir minha página no orkut; tentou me obrigar a sair de um monte de comunidades; além disso, tive que ficar mais de um ano sem usar Msn. Muito fácil pra ela, já que ela não tinha, antes de mim, quase nenhuma vida social mesmo...
O sogro diferente
Geralmente, se você namora uma moça, o sogro vai tentar esticar isso o quanto puder, pois se você se casa, a menina vai embora da casa do papai. Foi assim com todas as minhas namoradas.
Toda regra é confirmada por uma excessão: M. Rocha. O pai dela parecia querer que a qualquer custo, eu casasse com ela, de preferência o mais rápido que pudesse. Achou que me comprando com um terreninho, daria certo. Eu fui o cara usado por ele pra ser o bucha e ele poder alimentar a esperança que ela sairia de casa o mais rápido que pudesse. O por que disso? Nem imagino!
Toda regra é confirmada por uma excessão: M. Rocha. O pai dela parecia querer que a qualquer custo, eu casasse com ela, de preferência o mais rápido que pudesse. Achou que me comprando com um terreninho, daria certo. Eu fui o cara usado por ele pra ser o bucha e ele poder alimentar a esperança que ela sairia de casa o mais rápido que pudesse. O por que disso? Nem imagino!
O terreno
A casa deles era cheia de mimos e excessos que eles mal podiam pagar. O pai já tinha planos pra ela: que ela se casasse, e se mudasse pra uma tal casa que eles tinham plano de começar a construir, em breve. Todo tempo que passei com ela, nem um tijolo foi erguido, mas mesmo assim a família jogava isso na minha cara, como se eu já tivesse feito algum pedido de casamento ou coisa do tipo... Eu nunca pedi ela em casamento pro pai dela, coisa que pra minha criação, era fundamental! Eles simplesmente decidiram que eu seria o cara que iria ocupar o cargo de marido dela sem nem me pedir autorização. O terreno, na cabeça deles, devia ser o dote... Mal sabiam que se o problema fosse lugar pra morar, minha família teria pelo menos duas opções de casa pra gente ficar. O que eles nunca entenderam era que essa nunca foi minha intenção. Outra coisa que a Sra. E. Rocha falava era que quando ela tirasse carta, o pai daria um carro pra ela. Aí, quem iria dirigir o carango? Sinceramente, se não fossem as chantagens emocionais que ela fez, com certeza não teria sido esses bens que me segurariam ali. Eu entendo o valor das coisas; o que eles não entenderam era que minha decisão não tinha um preço.
O enigma para a família
Ela disse que a mãe dela e a tia, notaram, perto do nosso grand finalle, que eu estava sendo seco e distante com os parentes dela, e começaram a desconfiar que eu não gostava mais dela. Que tinham ficado magoadas comigo, sem saber porque eu agia daquele jeito. Elas nem podiam imaginar que era por causa da coleira, das chantagens, das mentiras, das coisas que me obrigavam, das coisas que me cobravam, das indiretas pelo canto da boca, e toda liberdade roubada, além de todos os momentos de felicidade que eu havia perdido por culpa de todos eles. Nossa, era quase um enigma o meu porquê!!!
sábado, 6 de novembro de 2010
Os últimos jogos (parte 3)
Quando minha namorada soube que a garota que tinha visitado o orkut dela era minha ex, e soube das frases enviadas, do telefonema e da história da bicicleta, ela passou a entrar na página do orkut da minha ex porque sabia que ela estava tramando algo. Um dia, pra nossa surpresa, ela voltou a colocar fotos. Na hora que vi quais, não acreditei. Era muita falta de amor-próprio... Nesse dia já tinha vindo até na cidade onde mora minha atual pra nos conhecermos pessoalmente. O que eu não imaginava era que se tratava de mais um joguinho...
A maior parte, fotos tiradas por mim. Algumas do cosplay de Morte. As frases eram músicas que ela mal conhecia, todas que eu gostava. Das fotos que eu tinha batido, havia foto de viagens que eu tava com ela, foto dela no meu quarto ao lado do meu armário, foto dela sentada na minha cama, foto dela usando os meus (repito MEUS) objetos pessoais, como um óculos redondo parecido com o do Ozzy, etc. Tinha também fotos tratadas com efeitos do Photoshop idêntico a efeitos que eu havia usado em foto que tava no meu orkut, que eu mesmo havia feito por insistência dela. Ela deve ter achado que tava me enviando algum tipo de mensagem secreta sobre meu passado ou coisa assim, ou então fez só pelo gosto de deixar minha garota mal... Quando pedi que ela tirasse, o doce que fez foi imenso. M. Rocha devia pensar que qualquer daquelas lembranças realmente faziam grande diferença pra mim.
Os últimos jogos (parte 2)
O pior de tudo foi a falta de senso dela pra perceber que eu já estava em outra. As frases do meu msn, as trocas de depoimentos no orkut, a frase de status do orkut... vários indícios que eu já estava num outro relacionamento. E o que ela faz pra me chamar atenção? Cosplay de Morte do Sandman, me respondia, quando eu falava em devolver a tal bicicleta, com frases completamente nada a ver, frases da Morte mesmo. Às vezes, simplesmente entrava e mandava a frase, depois ficava off! Ela realmente deve ter achado que fazer essas coisas me fariam mudar de idéia sobre o fim com ela, só podia ser isso, mesmo que pareça piada... Ela insistia com esses joguinhos estúpidos e mal sabia que eu estava prestes a afundar no relacionamento que está sendo meu divisor de águas na minha vida... Por um ponto, sentia pena... por outro, era tudo bem patético da parte dela. Pobre menina, eu cheguei a pensar... Grande erro.
Os últimos joguinhos (parte 1)
Após o relacionamento terminado, eu fiquei com uma bicicleta, que era dela, em casa. Eu queria devolvê-la pra eles pra por um ponto final de vez.
Do momento que eu terminei até ela me ligar, cerca de duas semanas depois, eu não a procurei de forma nenhuma. A bicicleta ficou largada em casa. Quando M. Rocha me ligou, queria que eu fosse encontrá-la sobre o pretexto de conversar, disse que não queria nada comigo. Eu já sabia que seria mais um de tantos joguinhos dela pra cima de mim e recusei. Nesse meio tempo, ela visitou a página do orkut da minha atual, excluiu as fotos do próprio perfil, exceto avatar, e nesse período também, meu msn teve quase todos os contatos deletados sem explicação nenhuma. Fiquei off um dia, quando entrei no dia seguinte, quase todos deletados. Fiz um novo msn. E ela ainda me adicionou!
Do momento que eu terminei até ela me ligar, cerca de duas semanas depois, eu não a procurei de forma nenhuma. A bicicleta ficou largada em casa. Quando M. Rocha me ligou, queria que eu fosse encontrá-la sobre o pretexto de conversar, disse que não queria nada comigo. Eu já sabia que seria mais um de tantos joguinhos dela pra cima de mim e recusei. Nesse meio tempo, ela visitou a página do orkut da minha atual, excluiu as fotos do próprio perfil, exceto avatar, e nesse período também, meu msn teve quase todos os contatos deletados sem explicação nenhuma. Fiquei off um dia, quando entrei no dia seguinte, quase todos deletados. Fiz um novo msn. E ela ainda me adicionou!
O Sr. A. Rocha no meu portão
Não apenas ela foi no meu portão; não bastando tudo que essa gente já tinha me feito, os prejuízos que causaram e os problemas na minha vida que criaram, o Sr. A. Rocha ainda foi no meu portão me ameaçar! Detalhe que já tinha quase quatro meses que eu tinha largado dela! Somente meu irmão e minha atual namorada estavam em casa; essa foi a minha sorte.
Meu irmão e minha garota foram muito calmos e conversaram com ele. Agradeci muito a Deus por minha mãe não estar, ou, do jeito que aquela ceninha ridícula foi, ela poderia ter passado mal e ter de ir ao hospital!!!
Ele fez ameaças de registrar um suposto B.O., sendo que não havia acontecido delito nenhum, ameaçou até fazer fofoca pro padre da igreja perto de casa... O desespero dele era tremendo, que minha namorada me disse que ao fim da conversa, ele quase chorava. No entanto, ela já sabia de muitas artimanhas que aquelas pessoas já haviam usado contra mim e foi fria, calma e controlada. Colocou a situação toda em pratos limpos. Colocou seus termos, assim como ele colocou os dele. Naquele dia, no meu portão, uma promessa foi selada entre dois adultos de saúde mental perfeita. Se a promessa tivesse sido cumprida do outro lado como foi do meu lado, esse blog nem existiria.
Apesar de todo respeito que eu tinha pelo Sr. A. Rocha, naquele dia o achei muito covarde. Eram 14:00 da tarde, era óbvio que eu estava no trabalho. Ele foi ali pra agredir as pessoas da minha família, e não pra tirar satisfações comigo. Nesse dia, perdi quase todo respeito por ele.
Meu irmão e minha garota foram muito calmos e conversaram com ele. Agradeci muito a Deus por minha mãe não estar, ou, do jeito que aquela ceninha ridícula foi, ela poderia ter passado mal e ter de ir ao hospital!!!
Ele fez ameaças de registrar um suposto B.O., sendo que não havia acontecido delito nenhum, ameaçou até fazer fofoca pro padre da igreja perto de casa... O desespero dele era tremendo, que minha namorada me disse que ao fim da conversa, ele quase chorava. No entanto, ela já sabia de muitas artimanhas que aquelas pessoas já haviam usado contra mim e foi fria, calma e controlada. Colocou a situação toda em pratos limpos. Colocou seus termos, assim como ele colocou os dele. Naquele dia, no meu portão, uma promessa foi selada entre dois adultos de saúde mental perfeita. Se a promessa tivesse sido cumprida do outro lado como foi do meu lado, esse blog nem existiria.
Apesar de todo respeito que eu tinha pelo Sr. A. Rocha, naquele dia o achei muito covarde. Eram 14:00 da tarde, era óbvio que eu estava no trabalho. Ele foi ali pra agredir as pessoas da minha família, e não pra tirar satisfações comigo. Nesse dia, perdi quase todo respeito por ele.
As tralhas que ela me dava
Numa vez que o pai dela me expulsou da casa deles, ela veio atrás de mim e começou a história dos presentinhos que ela dava. Quase nunca nada que custava muito, com certeza nem um terço da grana que eu gastava só com presentes pra ela (fora os lugares que íamos e eu tinha que pagar). Além de baratos, eram quase sempre coisas que eu nem gostava nem tinha utilidade nenhuma pra mim.
Quando eram coisas que não eram completamente inúteis, eram camisetas que eu nem queria usar, não gostava, e ela ainda ficava dando indiretas sobre eu não usar. Ela não comprava aquelas coisas pra me agradar, mas sim pra me fazer de boneco dela, ventindo o que ela achava que eu devia vestir.
Um dos cúmulos de tudo foi um peso de papel. Minha profissão? Eletricista. Onde eu trabalhava na época? Com certeza nada que tivesse a ver com mesa, papel, nem nada disso. Nem em casa eu usava papel nem nada assim!! Chegou a ofender minha inteligência me dando um creme de barbear, sendo que eu nunca usei creme de barbear nenhum e mal tenho barba! Como uma pessoa que fica dois anos e meio na minha vida pode não ter notado isso??? Pelo menos usei depois numa traquinagem com a minha atual namorada. Foi divertido.
As saídas (parte 2)
Eu não queria que ela fosse naquele evento de anime, porque eu ia e ia encontrar com os meus amigos e era o tipo de evento que eu me divertia muito mesmo com eles. Eu pedi pra que ela não fosse, ela disse que ia mesmo assim.
Fomos juntos eu e meus amigos, como combinado. Foi legal demais, muita diversão, risadas... até ela chegar. E, nesse momento, todos se afastaram porque já sabiam o que ia acontecer. Eu tinha que ficar aguentando as broncas dela e com certeza sair cedo, porque ela estava ali, mesmo, só pra estragar a minha felicidade sem ela.
Era basicamente isso em todos os eventos de anime. Em um deles, já pro final do namoro, ela estava trabalhando num mercado e saiu do trabalho pra ir pro lugar. Eu estava brincando com uma amiga que era irmã minha de consideração, e ela viu. "Eu sai do serviço, vim direto pra cá sem tomar banho nem me maquiar nem nada pra pegar você saltitando de braços dados com essa menina!!" Mas ela mesma, brincar comigo? Nunca!!! E não suportava me ver me divertindo com outra pessoa! Fazia eu me sentir culpado por fazer isso sem ela como se em algum momento ela já tivesse feito algo assim comigo... Nesse dia, minha amiga ficou o resto do evento sozinha. E eu, não vi muito; como sempre, fui encoleirado e arrastado de lá cedo demais.
Fomos juntos eu e meus amigos, como combinado. Foi legal demais, muita diversão, risadas... até ela chegar. E, nesse momento, todos se afastaram porque já sabiam o que ia acontecer. Eu tinha que ficar aguentando as broncas dela e com certeza sair cedo, porque ela estava ali, mesmo, só pra estragar a minha felicidade sem ela.
Era basicamente isso em todos os eventos de anime. Em um deles, já pro final do namoro, ela estava trabalhando num mercado e saiu do trabalho pra ir pro lugar. Eu estava brincando com uma amiga que era irmã minha de consideração, e ela viu. "Eu sai do serviço, vim direto pra cá sem tomar banho nem me maquiar nem nada pra pegar você saltitando de braços dados com essa menina!!" Mas ela mesma, brincar comigo? Nunca!!! E não suportava me ver me divertindo com outra pessoa! Fazia eu me sentir culpado por fazer isso sem ela como se em algum momento ela já tivesse feito algo assim comigo... Nesse dia, minha amiga ficou o resto do evento sozinha. E eu, não vi muito; como sempre, fui encoleirado e arrastado de lá cedo demais.
As saídas (parte 1)
Quase sempre a mesma chatisse: a gente ia pra algum lugar, se tinha amigos meus lá, ela reclamava que não tava a vontade, pedia pra ir embora e enquanto não íamos, tentava ao máximo tornar o clima o mais desagradável possível. A maior parte das vezes, conseguia.
Se vinha uma conhecida minha sendo simpática, antes que chegasse perto, ela já estava de cara fechada, apertando a minha mão com violência e quase rosnando... Essas meninas, quando eu tava sem ela, diziam ter medo da minha namorada, que não chegavam pra falar comigo por causa dela. Chances de boas amizades foram perdidas nessa palhaçada.
Eu tive que parar de ir aos lugares onde estavam meus amigos pra ir nos lugares que ela queria ir. Muito raro vê-los nesses locais. O importante pra ela era que minha atenção fosse 100% dela e ela não queria de jeito nenhum que isso fosse ameaçado.
Ela sempre quis ir no Clube do Vinil (um local de shows de rock na minha cidade), mas levá-la seria um caos, ela não poderia ficar até o fim dos shows por causa dos horáros; ainda sim, se fosse pra ser legal, até iria; mas eu já sabia como ia ser. Eu não iria poder beber, eu não iria poder dar risada, eu não iria poder falar com meus amigos, eu não iria poder curtir o show... Então, nunca levei.
Se vinha uma conhecida minha sendo simpática, antes que chegasse perto, ela já estava de cara fechada, apertando a minha mão com violência e quase rosnando... Essas meninas, quando eu tava sem ela, diziam ter medo da minha namorada, que não chegavam pra falar comigo por causa dela. Chances de boas amizades foram perdidas nessa palhaçada.
Eu tive que parar de ir aos lugares onde estavam meus amigos pra ir nos lugares que ela queria ir. Muito raro vê-los nesses locais. O importante pra ela era que minha atenção fosse 100% dela e ela não queria de jeito nenhum que isso fosse ameaçado.
Ela sempre quis ir no Clube do Vinil (um local de shows de rock na minha cidade), mas levá-la seria um caos, ela não poderia ficar até o fim dos shows por causa dos horáros; ainda sim, se fosse pra ser legal, até iria; mas eu já sabia como ia ser. Eu não iria poder beber, eu não iria poder dar risada, eu não iria poder falar com meus amigos, eu não iria poder curtir o show... Então, nunca levei.
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